A coluna de Fábia Oliveira revelou que Ana Castela apresentou sua defesa no tribunal após ser alvo de um processo que envolve maus-tratos a um animal e acusações nas redes sociais.
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O caso, já mencionado por esta colunista, foi iniciado por Dalton de Oliveira Rodrigues Vieira em 19 de fevereiro. No processo, ele alega que a cantora sertaneja, em um story, expôs sua imagem e o chamou indevidamente de “criminoso”. Ela teria o associado como “cúmplice” em um episódio de maus-tratos a um cavalo em Bananal, São Paulo, em 2025.
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Na defesa apresentada na última segunda-feira (8/5), a Boiadeira afirmou que o episódio de crueldade animal foi amplamente comentado por grandes veículos de comunicação e até por autoridades públicas. Segundo a cantora, seu comentário sobre o caso foi feito em formato de stories e expirou rapidamente.
Ela destacou que a repercussão do episódio não se deu por uma ação exclusiva sua, mas sim por uma diversidade de agentes.
Ana Castela ressaltou que, em suas postagens, não mencionou o nome de Dalton de Oliveira e que sua manifestação foi baseada em informações públicas disponíveis, dentro do exercício legítimo do direito fundamental à liberdade de expressão.
A sertaneja sustentou que o suposto dano causado ao autor é resultado de uma estrutura múltipla de pessoas, e não de sua conduta isolada. Castela ainda expõe que a responsabilidade pelos fatos está sendo equivocadamente atribuída a ela.
Ela também chama atenção para o fato de que seus comentários foram isolados e de curta duração, considerando a natureza da ferramenta de stories, sendo irrazoável atribuir a eles os danos expostos por Dalton.
Em um capítulo específico de sua defesa, Ana Castela afirmou que a repercussão negativa foi causada pelo próprio autor. A cantora sublinha que Dalton estava presente durante os maus-tratos ao cavalo, realizou filmagens da cavalgada e contribuiu para sua exposição pública.
A Boiadeira alegou que o valor indenizatório pedido pelo autor é exorbitante e revela a intenção de enriquecer às suas custas. Ela pede que, em caso de eventual condenação, o valor seja reduzido para se adequar à razoabilidade. Ana Castela também nega a pertinência dos pedidos de danos materiais formulados pelo autor.



