Mulher manda matar marido para ficar com herança, mas esquece um detalhe

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Uloma Curry-Walker, de 45 anos, foi condenada por homicídio qualificado pela morte do marido, o bombeiro William Walker, em um caso que envolveu uma tentativa de obter US$ 100 mil, cerca de meio milhão, de um seguro de vida. O crime ocorreu em novembro de 2013, apenas quatro meses depois do casamento, mas a mulher não era a beneficiária da apólice: o dinheiro ainda seria destinado à ex-esposa da vítima.

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Segundo os promotores, Curry-Walker enfrentava dificuldades financeiras e havia acumulado dezenas de milhares de dólares em dívidas. A acusação sustentou que, diante da situação, ela decidiu recorrer ao seguro de vida do marido para conseguir dinheiro.

Para executar o plano, a mulher teria pedido à filha, então com 17 anos, e ao namorado da jovem que encontrassem alguém disposto a matar William. O bombeiro acabou assassinado em novembro daquele ano.

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O caso, porém, tinha um problema central para o suposto objetivo de Curry-Walker. Embora ela esperasse receber o valor previstos na apólice, a ex-esposa de William ainda aparecia como beneficiária do seguro.

Após o julgamento, os jurados levaram menos de duas horas para chegar à decisão e condenaram Curry-Walker por homicídio qualificado.

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