A mãe de Samyra Roberta Almeida, encontrada morta em 10 de agosto com uma coleira de cachorro presa ao pescoço, foi presa temporariamente pela Polícia Civil de São Paulo na terça-feira (25), em Peruíbe, no litoral paulista. A investigação, inicialmente registrada como morte suspeita, passou a reunir indícios de que a menina poderia ter sido submetida a situações de violência.
A mulher, que não teve o nome divulgado, foi localizada por policiais civis no Jardim Caraminguava e levada à Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Peruíbe.
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A prisão ocorreu após os investigadores identificarem contradições nos depoimentos prestados durante a apuração. Novos elementos também foram reunidos pela Polícia Civil e contribuíram para a decisão de solicitar a prisão temporária.
Samyra foi localizada sem vida pelo próprio irmão, na área externa da casa onde a família morava, em Peruíbe, no dia 10 de agosto.
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De acordo com o registro policial, o irmão encontrou a menina desacordada e chamou a mãe. O serviço de emergência foi acionado, mas a equipe de socorro constatou que Samyra já estava morta quando chegou ao endereço.
Desde então, o caso vem sendo investigado pela Polícia Civil. A prisão da mãe ocorreu após o avanço das diligências e a identificação de elementos que, segundo a investigação, levantaram suspeitas sobre as circunstâncias da morte da criança.














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