
Delcy Rodríguez e Donald Trump durante reunião histórica em Nova York (Foto: Instagram)
A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, descreveu como "histórica" a reunião que teve com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nesta terça-feira (22/9). O encontro ocorreu em Nova York, à margem da Assembleia-Geral das Nações Unidas, e foi o primeiro desde que Nicolás Maduro foi capturado em janeiro.
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Delcy afirmou que discutiram o fortalecimento das relações bilaterais e a promoção de uma agenda de cooperação em áreas estratégicas, como energia, mineração e segurança.
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A líder venezuelana mencionou que Trump foi fundamental para reintegrar a Venezuela nos espaços multilaterais. "A Venezuela e os Estados Unidos compartilham uma relação histórica que, nesta nova fase, devemos canalizar através do diálogo. Continuaremos a promover uma diplomacia que sirva ao interesse nacional, visando alcançar resultados concretos e benefícios coletivos para o povo venezuelano", ressaltou.
No final de agosto, ambos os países anunciaram o "maior acordo petrolífero da história", que concede aos norte-americanos o controle de aproximadamente 65 bilhões de barris, o que representa cerca de 21,5% das reservas comprovadas de petróleo da Venezuela.
Delcy Rodríguez, que era vice de Maduro, assumiu o poder após a ação dos Estados Unidos que resultou na captura do então presidente em território venezuelano. Ela foi confirmada no cargo pelo Tribunal Supremo de Justiça da Venezuela. Desde então, mantém uma relação próxima com Trump. Em abril, seu nome foi retirado da lista de sanções do Departamento do Tesouro dos EUA.
Delcy também expressou gratidão pelo apoio dos Estados Unidos após os terremotos de 24 de junho, que afetaram mais de 6,5 mil pessoas. "Agradecemos ao presidente Trump e ao seu governo pelo apoio decisivo prestado durante a emergência causada pelos terremotos do último 24 de junho", afirmou.
Durante seu discurso na Assembleia-Geral da ONU, Trump chamou Nicolás Maduro de "ditador fora da lei" e destacou o acordo com a Venezuela, referindo-se a ele como "o maior acordo petrolífero da história".
"Quando vemos agora Estados Unidos e Venezuela juntos, talvez seja o maior acordo já feito", declarou.







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