
Deltan Dallagnol em entrevista após decisão do TSE que indeferiu sua candidatura ao Senado. (Foto: Instagram)
Membros do partido Novo, ao qual Deltan Dallagnol pertence, estão organizando um protesto por meio de conversas no WhatsApp. Eles planejam se reunir em frente à residência do ministro Floriano Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), localizado na zona oeste de São Paulo. O ministro recentemente indeferiu a candidatura ao Senado do ex-procurador da Lava-Jato, às vésperas das eleições.
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Na decisão tomada no sábado (3/10), o ministro Marques anulou a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), que havia permitido o registro da candidatura. O caso ainda será julgado pelo plenário do TSE, mas não a tempo de Dallagnol participar das eleições deste ano.
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O nome de Deltan Dallagnol aparecerá nas urnas, pois estas já foram lacradas, mas os votos destinados a ele serão considerados nulos. Na decisão, o ministro Floriano Azevedo Marques descartou a possibilidade de novas eleições.
O debate remonta a 2023, quando Dallagnol teve seu registro de candidatura cassado. Na época, entendeu-se que o político paranaense violou a Lei da Ficha Limpa.
Pouco menos de um ano antes das eleições anteriores, Deltan Dallagnol pediu exoneração do Ministério Público Federal (MPF) em meio a uma investigação sobre sua conduta na Operação Lava-Jato. A apuração poderia ter resultado em sua demissão, o que o tornaria inelegível de acordo com a Lei da Ficha Limpa.







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