A influenciadora usou as redes sociais para relatar episódios de desrespeito e o pedido de teste de DNA feito pelo ex, Kauã Elias.
05/11/2026 14:19
A reta final da gravidez de Bruna Rotta ganhou novos desdobramentos nas redes sociais. Na quarta-feira (4/11), a influenciadora decidiu romper o silêncio e publicou um desabafo acompanhado de prints, mensagens e registros sobre o relacionamento com o jogador Kauã Elias, pai de sua filha, Helena.
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Emocionada, ela explicou que decidiu contar sua versão após receber inúmeras perguntas sobre os motivos do término e por estar passando pela gestação sem a presença do ex-companheiro. Entre as situações relatadas estão supostas traições, episódios de desrespeito durante a gravidez, conflitos no relacionamento e até um pedido de teste de DNA feito pelo jogador.
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Segundo a influenciadora, um dos episódios mais delicados teria ocorrido no dia do chá revelação da bebê. Ela contou que o ex saiu para um pagode enquanto ela preferiu ficar em casa por estar cansada. Após o retorno do jogador, afirmou ter recebido mensagens e registros que, em sua interpretação, indicariam uma traição.
IMPACTO NA SAÚDE MENTAL
A exposição voltou a trazer à tona os impactos emocionais que situações de conflito podem representar durante a gestação. Em meio à repercussão, a influenciadora Gabi Luthai deixou uma mensagem de apoio a Bruna e compartilhou uma experiência pessoal: revelou que precisou usar antidepressivos durante sua primeira gravidez, período em que enfrentava depressão.
O relato chamou atenção para uma questão que ainda provoca dúvidas e insegurança entre mulheres: é possível fazer tratamento com antidepressivos durante a gravidez?
Para Mariellen Freitas, a gestação não significa que a mulher precise abandonar automaticamente o tratamento psiquiátrico. A decisão deve levar em conta o histórico clínico, a intensidade dos sintomas e os riscos e benefícios para a mãe e o bebê.
“Existe uma ideia equivocada de que a mulher precisa suspender qualquer medicamento psiquiátrico assim que descobre uma gravidez. Mas a saúde mental materna também deve ser considerada. Em determinadas situações, manter o tratamento pode ser fundamental para evitar o agravamento de um quadro depressivo. Cada caso precisa ser avaliado individualmente, com acompanhamento médico”, explicou.
RETIRADA DAS MEDICAÇÕES
A especialista também alertou para os riscos de interromper medicamentos sem orientação profissional: “Interromper um antidepressivo por conta própria pode provocar sintomas de descontinuação e favorecer uma recaída”, disse, antes de completar:
“Uma depressão não tratada também pode trazer consequências importantes para a gestante. Não podemos considerar apenas os possíveis efeitos da medicação, mas também os riscos de deixar a doença sem tratamento”, afirmou.
CONTINUIDADE DO TRATAMENTO NA GRAVIDEZ
Outro ponto importante é que nem todos os antidepressivos têm o mesmo perfil de segurança durante a gestação. A escolha do medicamento, a dosagem e a necessidade de continuidade devem ser discutidas com os profissionais responsáveis pelo acompanhamento da paciente.
Para a especialista em saúde mental, relatos como o de Gabi Luthai ajudam a reduzir o preconceito em torno da saúde mental materna: “A maternidade não torna a mulher imune à depressão ou à ansiedade. Ela não precisa sentir culpa por precisar de tratamento”, garantiu.
E prosseguiu: “Cuidar da saúde mental também faz parte dos cuidados com o bebê. Precisamos substituir o julgamento pelo acolhimento e pela informação”, concluiu.
O caso de Bruna Rotta e o relato de Gabi Luthai evidenciam uma discussão que vai além da exposição nas redes sociais: a importância de acolher mulheres durante a gravidez, reconhecer o sofrimento emocional e garantir que a saúde mental também seja prioridade no pré-natal.
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Tags: alerta, desabafo, ex-marido, gestação, gravidez, influenciadora digital, Saúde, saúde mental, traição














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