
Manifestantes venezuelanos entre fumaça e tensão após ataque dos EUA (Foto: Instagram)
O ataque dos Estados Unidos à Venezuela, que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro, reacendeu o debate sobre as tensões históricas entre os dois países.
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Nas últimas décadas, a crise política na Venezuela, as sanções econômicas impostas pelos EUA e as acusações de interferência externa ganharam espaço não só no noticiário internacional, mas também em produções de cinema e TV.
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Simón – Netflix: no filme de 2023, um estudante que liderou protestos na Venezuela foge para os EUA com visto de turismo e, ao solicitar asilo com a ajuda da advogada Melissa, relembra traumas de violência em Caracas e prisão por denúncia de um colega.
Jack Ryan – Prime Vídeo: na segunda temporada, ambientada na Venezuela, Jack Ryan investiga a má gestão do presidente Nicolás Reyes e suspeitas de negociações secretas com a Rússia para obtenção de armas nucleares, em meio a fraudes eleitorais e autoritarismo.
A Revolução Não Será Televisionada – disponível no YouTube: documentário que registra o golpe de abril de 2002 contra Hugo Chávez, com imagens dentro do Palácio de Miraflores e a reação popular que levou ao fracasso da tentativa de derrubada.
Narcos – Netflix: mesmo focada na Colômbia, a série trata da atuação dos Estados Unidos na América Latina, do tráfico que cruza fronteiras e da influência política que também afeta a Venezuela.
Status: Venezuelan (2025) – disponível na internet: acompanha uma família venezuelana nos EUA diante das mudanças nas políticas de imigração e das tensões políticas entre os dois países; está em inglês no site da Frontline/PBS.
Ao Sul da Fronteira – disponível no YouTube: Oliver Stone viaja pela América do Sul, entrevista líderes como Hugo Chávez e faz uma análise crítica da política dos EUA na região.

