
Venezuelanos enfrentam filas em supermercados para estocar mantimentos após ataque dos EUA e prisão de Maduro (Foto: Instagram)
Em razão da grave instabilidade política e das incertezas geradas pelo ataque dos Estados Unidos à Venezuela, seguido da prisão de Nicolás Maduro na madrugada de sábado (3/1), moradores do país correram aos supermercados e formaram longas filas para estocar alimentos e produtos de primeira necessidade.
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Relatos e registros nas redes sociais mostram superlotação de estabelecimentos em várias cidades venezuelanas, impulsionada pelo receio de desabastecimento, de novos confrontos e de aprofundamento da crise.
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Segundo o presidente dos Estados Unidos, o presidente Donald Trump, o ataque militar tinha como objetivo desmantelar a estrutura do regime chavista e culminou na captura de Maduro, que foi levado aos EUA para enfrentar acusações de “narcoterrorismo”.
Em entrevista coletiva, o presidente Donald Trump declarou que os Estados Unidos ficarão como governo interino da Venezuela até a condução de uma transição política, além de assumir o controle das reservas de petróleo do país.
O governo venezuelano classificou a ação como uma “agressão militar”. A vice-presidente Delcy Rodríguez afirmou que a nação não se renderá. Em comunicado oficial, as autoridades informaram que os ataques atingiram Caracas e os estados de Miranda, Aragua e La Guaira, sem detalhar o número de vítimas ou a extensão dos danos.

