
Ambulante empurra carrinho de pastel em Santos, onde novas regras para cadeiras e guarda-sóis entram em vigor (Foto: Instagram)
Os carrinhos de pastel e quiosques que vendem porções nas praias do litoral paulista passaram a seguir normas mais severas. Em Santos, a maior cidade da Baixada Santista, a Prefeitura incluiu na lei municipal a proibição de exigir consumação mínima de clientes que utilizam cadeiras e guarda-sóis, medida que beneficia cerca de 60 ambulantes na faixa de areia.
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A nova regulamentação também estabelece teto de 15 guarda-sóis e 60 cadeiras por carrinho, quantia considerada suficiente para atender banhistas sem obstruir a passagem. De acordo com o decreto, os vendedores só podem abrir cinco guarda-sóis no início do dia, aumentando esse número conforme a demanda. Fica proibido reservar espaço ou alugar cadeiras e guarda-sóis separadamente, assim como utilizar espreguiçadeiras. Todos os equipamentos devem exibir o nome do carrinho e o número de identificação para facilitar a fiscalização.
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A cerca de 32 km de Santos, a Prefeitura de Praia Grande lançou a Operação Verão 25/26 em dezembro de 2025. Cerca de 500 policiais reforçam a segurança, patrulhando a orla, as avenidas principais e os centros comerciais. As áreas próximas à Via Expressa Sul e os bairros internos ficam sob a responsabilidade do efetivo fixo da cidade, também com cerca de 500 integrantes. Ao longo da orla, foram criados 28 pontos de estacionamento para viaturas, motos e quadriciclos.
No litoral norte, a Prefeitura de Ubatuba aprovou uma lei que proíbe tendas, barracas, gazebos e estruturas semelhantes nas praias, com exceções. Estão liberados guarda-sóis individuais ou familiares de até três metros, tendas de eventos autorizados, estruturas de órgãos públicos e de apoio turístico, além de instalações para emergências de saúde ou salvamento. Ambulantes licenciados continuam com atividade permitida. Quem descumprir a norma pode receber advertência, ter o equipamento removido e pagar multa de R$ 1.000 por item irregular. Objetos apreendidos ficam à disposição por 90 dias, após o que serão doados a instituições beneficentes.
Uma briga entre barraqueiros e turistas na praia de Porto de Galinhas, em Recife, na tarde de sábado (27/12), causou tumulto depois que um casal de Mato Grosso se recusou a pagar R$ 30 a mais do que o combinado pelo aluguel de cadeiras e guarda-sol. Testemunhas registraram agressões com socos e pontapés contra os visitantes enquanto outros banhistas tentavam se afastar. Episódios como esse evidenciam a importância da fiscalização no litoral paulista.

