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Liz Marjorie esclarece como tratar a gordura no fígado, doença que afeta 30% dos brasileiros

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Fígado gorduroso: cuidados essenciais para tratar a esteatose hepática (Foto: Instagram)

A médica Liz Marjorie, mestre em gastroenterologia e hepatologia, aborda os principais cuidados e estratégias para o tratamento da gordura no fígado, condição que acomete cerca de 30% da população brasileira. Segundo a especialista, o acúmulo de lipídios nos hepatócitos exige diagnóstico precoce e intervenções adequadas para evitar danos mais graves ao órgão e preservar a saúde geral do paciente.
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A esteatose hepática, nome técnico para o depósito excessivo de gordura no fígado, pode ter origem não apenas no consumo de álcool, mas também em fatores metabólicos. A médica explica que existem dois tipos principais: a esteatose alcoólica, associada ao uso crônico de bebidas, e a esteatose não alcóolica, ligada a desequilíbrios no metabolismo de gorduras e carboidratos.
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Entre os fatores de risco mais comuns, Liz Marjorie destaca o sobrepeso, a obesidade, o sedentarismo, a resistência insulínica e níveis elevados de colesterol e triglicerídeos. A combinação dessas condições pode acelerar o acúmulo de gordura no fígado e agravar o quadro clínico. Por isso, segundo a especialista, a avaliação individualizada é essencial para identificar quais medidas serão mais eficazes em cada caso.

O diagnóstico da gordura no fígado costuma começar com exames de imagem, como ultrassonografia abdominal, que detectam alterações no parênquima hepático. Exames de sangue ajudam a avaliar função hepática e possíveis elevações de enzimas. Em situações mais complexas, pode ser indicada a elastografia ou até biópsia hepática para quantificar o grau de comprometimento e orientar o plano terapêutico.

No que diz respeito ao tratamento, a gastroenterologista recomenda mudanças no estilo de vida como pilares fundamentais. Entre as orientações estão a adoção de uma dieta balanceada, com redução de gorduras saturadas e açúcares simples, o controle do peso corporal por meio de perda gradual de massa gorda e a prática regular de atividade física. Tais medidas, segundo Liz Marjorie, promovem melhora na sensibilidade à insulina e na função hepática.

A especialista alerta ainda para a importância do acompanhamento médico periódico, pois a evolução da esteatose hepática pode levar à inflamação (esteato-hepatite), à fibrose e, em casos mais avançados, à cirrose. Com suporte nutricional e clínico adequados, a maioria dos pacientes consegue estabilizar ou reverter o acúmulo de gordura e manter o fígado saudável ao longo do tempo.

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