
Governadora em exercício Celina Leão fala à imprensa sobre atos de vandalismo contra ônibus no DF (Foto: Instagram)
A governadora em exercício, Celina Leão, entrou em contato com o chefe da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) para exigir a identificação e a detenção dos responsáveis pelos recentes ataques a ônibus na capital federal. Na ligação, Leão manifestou preocupação com a segurança dos passageiros e a ordem pública, ressaltando a necessidade de resposta rápida e eficaz por parte das autoridades competentes.
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Os ataques, que consistiram em episódios de vandalismo contra veículos de transporte coletivo, têm provocado transtornos para milhares de usuários que dependem diariamente dos ônibus para se deslocar. Além de janelas quebradas e revestimentos danificados, algumas linhas chegaram a operar com horários reduzidos ou mudanças de itinerário, comprometendo o fluxo urbano e gerando insegurança na população.
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Como governadora em exercício, Celina Leão assume temporariamente as atribuições do Executivo local, incluindo o acompanhamento das ações de segurança pública. Deputada distrital eleita, ela ocupa interinamente o cargo enquanto o titular se encontra em licença ou missão oficial. No papel de chefe do poder Executivo, Leão detém autoridade para fiscalizar órgãos de polícia, mobilizar equipes de operação e requerer informações prioritárias às investigações.
A Polícia Civil do Distrito Federal é responsável por investigar crimes ocorridos no território do DF, além de realizar diligências, ouvir testemunhas e reunir provas que embasem procedimentos criminais. O chefe da corporação escalou delegados e agentes especializados em criminalística e inteligência para apurar as causas dos ataques aos ônibus, identificar possíveis suspeitos e levantar indícios sobre motivações e modus operandi.
Ataques contra ônibus não são fenômeno exclusivo do Distrito Federal. Em diferentes regiões do país, veículos de transporte coletivo tornam-se alvo de grupos criminosos ou de ações de vandalismo, muitas vezes relacionadas a disputas de facções, retaliações a agentes de segurança ou protestos de cunho social. Essas ações afetam não apenas a infraestrutura pública, mas também a sensação de segurança dos cidadãos, exigindo atenção redobrada das autoridades.
Em resposta aos incidentes, o governo local pode articular com forças de segurança complementares, como a Polícia Militar, e reforçar a integração com sistemas de monitoramento eletrônico, como câmeras de videomonitoramento em terminais e corredores de ônibus. Também podem ser avaliadas medidas preventivas, incluindo a revisão de roteiros, o aumento de rondas e programas de conscientização junto à população para aprimorar a proteção do transporte coletivo.

