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Andrew Gruel percebe redução no apetite de clientes que usam Ozempic e Mounjaro

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Clientes adaptam pedidos em restaurantes após uso de Ozempic e Mounjaro (Foto: Instagram)

Andrew Gruel, profissional atuante em Los Angeles (EUA), notou uma queda significativa no consumo de alimentos entre clientes que utilizam injeções como Ozempic e Mounjaro. Segundo ele, pessoas que antes pediam pratos fartos passaram a pedir porções menores ou até mesmo a desistir de sobremesas, algo que causou impacto imediato no volume de vendas. Essa percepção tem chamado a atenção de outros estabelecimentos, preocupados com o efeito direto desses medicamentos na frequência e no tamanho dos pedidos.

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Ozempic e Mounjaro são medicamentos originalmente desenvolvidos para o tratamento de diabetes tipo 2. Ambos pertencem à classe dos agonistas do receptor de GLP-1 (peptídeo semelhante ao glucagon do tipo 1), substâncias que atuam no controle glicêmico e na promoção da saciedade. Ainda que a indicação principal seja a gestão do diabetes, muitos pacientes relatam perda de peso como efeito colateral, o que levou ao uso off-label para fins estéticos ou de emagrecimento.

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No universo dos restaurantes, essa tendência de menor apetite está gerando desafios. Alguns chefs e proprietários de bares relatam que, além de pratos menores, há uma mudança no perfil de consumo, com clientes optando por entradas leves em vez de pratos principais robustos. Por sua vez, restaurantes especializados em culinária calórica ou sobremesas ricas em açúcares e gorduras começam a avaliar ajustes de cardápio para atrair novamente esse público. A adaptação de ofertas mais saudáveis e porções controladas surge como estratégia para equilibrar o faturamento.

Do ponto de vista farmacológico, Ozempic (semaglutida) e Mounjaro (tirzepatida) funcionam ao mimetizar o hormônio GLP-1, liberado pelo intestino após a ingestão de alimentos. Essa ação retarda o esvaziamento gástrico, reduzindo a sensação de fome e prolongando a saciedade. Por isso, pacientes relatam diminuição da vontade de comer entre as refeições e, inclusive, recusa de porções maiores nas refeições principais. O mecanismo de ação dessas injeções tem sido alvo de estudo para uso em programas de controle de peso.

Enquanto isso, o mercado alimentício tem buscado alternativas para atender a essa nova demanda. Surgem cardápios com opções de baixo teor calórico, menus degustação com porções reduzidas e até linhas de snacks ricos em proteínas e fibras. Pesquisas indicam que, mesmo com o uso desses medicamentos, a qualidade nutricional das refeições continua sendo crucial para a saúde geral. Dessa forma, a readequação de receitas e a oferta de ingredientes funcionais ganham importância no planejamento dos restaurantes.

Andrew Gruel segue acompanhando o comportamento dos clientes e destaca que ainda é cedo para mensurar os impactos de longo prazo dessa mudança de hábito. Ele ressalta que a popularização de medicamentos como Ozempic e Mounjaro pode remodelar não apenas a forma como as pessoas comem, mas também todo o setor gastronômico. Para ele, entender essa dinâmica é essencial para que estabelecimentos se mantenham competitivos e se adaptem às novas exigências do público.

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