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Morte de paciente no Hospital Anchieta envolve técnicos de enfermagem

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Miranilde Pereira da Silva, 75 anos, vítima de suposta falha de enfermagem no Hospital Anchieta (Foto: Instagram)

Miranilde Pereira da Silva, 75 anos, foi uma das vítimas dos técnicos de enfermagem no Hospital Anchieta. Ela faleceu em 17 de novembro, em circunstâncias que levaram ao apontamento de responsabilidade sobre profissionais de enfermagem que atuavam no local, suscitando questionamentos sobre protocolos de segurança e supervisão dentro da instituição.

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De acordo com registros hospitalares, Miranilde ficou sob os cuidados diretos de técnicos de enfermagem no momento em que apresentou complicações clínicas. Os técnicos são profissionais habilitados para realizar procedimentos de suporte ao paciente, como administração de medicamentos, curativos, verificação de sinais vitais e auxílio em atividades de higiene e mobilidade. Embora atuem sob a supervisão de enfermeiros, seu trabalho é fundamental para o funcionamento de qualquer unidade de saúde, especialmente em hospitais de grande porte.

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No Brasil, o exercício da profissão de técnico de enfermagem é regulamentado pela Lei nº 7.498/1986, que define atribuições, requisitos para formação e a necessidade de registro nos Conselhos Regionais de Enfermagem (Coren). Além disso, o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) estabelece diretrizes de boas práticas e fiscaliza o cumprimento de normas éticas e técnicas. Em unidades hospitalares, os técnicos são treinados para seguir protocolos de segurança do paciente, incluindo checagem de doses de medicamentos, práticas de controle de infecção e comunicação de mudanças no estado clínico ao enfermeiro responsável.

As investigações sobre o caso de Miranilde buscam determinar se houve falha nos procedimentos previstos em manuais de rotina e se a supervisão por parte dos enfermeiros ocorreu de forma adequada. Hospitais costumam adotar comissões internas de segurança do paciente, onde são analisados eventos adversos — incidentes que resultam ou podem resultar em danos ao paciente — com o objetivo de identificar falhas no sistema e implementar melhorias. A identificação de fatores contribuintes, como falhas de comunicação, sobrecarga de trabalho ou inobservância de normas, é crucial para evitar recorrência de situações semelhantes.

Casos dessa natureza reforçam a importância de investimentos em treinamento contínuo e em sistemas de gestão de risco dentro de instituições de saúde. A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que medidas simples, como protocolos de higiene das mãos, listas de verificação pré-operatória e monitoramento de indicadores de segurança, podem reduzir substancialmente a ocorrência de eventos adversos. No cenário brasileiro, o Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) promovem ações para fortalecer a cultura de segurança, estimulando relatórios de incidentes sem penalização direta e fomentando a análise de causas-raiz.

Por fim, o caso de Miranilde destaca não apenas o papel essencial dos técnicos de enfermagem, mas também a necessidade de uma estrutura de suporte que garanta atendimento seguro e de qualidade a pacientes, em especial os mais vulneráveis, como idosos. A abertura de sindicâncias e apurações detalhadas visa não só a responsabilização, se comprovada negligência ou imprudência, mas também a promoção de mudanças que beneficiem toda a comunidade hospitalar, reduzindo riscos e aprimorando práticas assistenciais.

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