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Jair Bolsonaro voltou a dizer que quem “bater em mulher” não precisa votar nele e amplifica mote para 2026

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Bolsonaro durante discurso a apoiadores reforçando combate à violência contra a mulher (Foto: Instagram)

Jair Bolsonaro repetiu a afirmação de que “quem bater em mulher não precisa votar” nele, durante discurso a apoiadores, reforçando o mote que deve permear sua campanha em 2026. Ao retomar essa frase, o presidente buscou sublinhar seu posicionamento em relação a casos de violência contra a mulher e, ao mesmo tempo, divulgar um slogan que se projeta para o próximo ciclo eleitoral.

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Em seguida, Jair Bolsonaro aproveitou para vincular o comentário a uma visão de mudança que pretende levar adiante, destacando a luta contra abusos e crimes domésticos como parte de sua plataforma política. A declaração foi feita em tom firme, com o objetivo de marcar uma linha de distanciamento em relação a condutas violentas, além de consolidar uma narrativa de renovação para o pleito de 2026.

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A discussão sobre violência contra a mulher no Brasil ganhou força em 2006 com a Lei Maria da Penha, que estabelece medidas de proteção e endurece as penas para agressores no âmbito doméstico. Essa legislação é referência nacional e internacional no combate à violência de gênero. Ao evocar o tema, Jair Bolsonaro reforça um debate que envolve não apenas a punição de crimes, mas também campanhas de prevenção, políticas públicas de apoio às vítimas e programas de conscientização sobre direitos humanos.

Do ponto de vista jurídico, agressões físicas ou psicológicas contra mulheres estão tipificadas no Código Penal e são objeto de iniciativas governamentais e do Judiciário para coibir práticas abusivas. Entre as medidas previstas pela Lei Maria da Penha estão o afastamento do agressor do lar, o monitoramento eletrônico e o atendimento integral às vítimas em centros de referência. Esses instrumentos têm sido aprimorados ao longo dos anos, com a criação de delegacias especializadas em atendimento à mulher e a priorização de ações de assistência social e de saúde.

Ao resgatar a frase “quem bater em mulher não precisa votar” em sua retórica, Jair Bolsonaro busca também reforçar a importância de temas sociais na arena eleitoral. Essa estratégia, além de reforçar posições de governo, tende a influenciar o debate público sobre segurança e direitos das mulheres. A repetição de um mote forte serve para consolidar identidades políticas e manter a atenção dos eleitores em tópicos sensíveis, ao mesmo tempo em que aponta para intenções de campanha com vistas ao pleito de 2026.

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