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Investigado no caso Master, Tanure teria patrimônio mantido no exterior por meio de estruturas simuladas

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Empresário Tanure em sua biblioteca, enquanto investigações apontam esquemas offshore para ocultar patrimônio. (Foto: Instagram)

Tanure está sendo alvo de investigações no âmbito do caso Master e, segundo apurações oficiais, teria mantido parte significativa de seu patrimônio em contas e empresas localizadas no exterior. A suspeita é de que esses recursos estariam vinculados a operações fictícias que dão a impressão de investimento no mercado doméstico, mas cujo beneficiário real seria o próprio Tanure, ocultando valores de órgãos de fiscalização e da Justiça brasileira.

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De acordo com o inquérito, Tanure teria recorrido a sociedades empresariais registradas em paraísos fiscais para movimentar milhões de reais. O roteiro investigativo aponta que, embora o capital pareça direcionado a fundos locais, as transferências bancárias e documentos societários indicam que tais estruturas funcionam como intermediárias de uma rede offshore. A defesa de Tanure ainda não se manifestou oficialmente sobre as alegações.

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As entidades investigativas descobriram que essas empresas de fachada, frequentemente constituídas por meio de procurações e representantes locais, simulam contratos de empréstimo, cessão de crédito ou aportes de capital. A composição societária envolve investidores-sanduíche: um primeiro nível de pessoa jurídica brasileira, outro de sociedade em jurisdição estrangeira e, por fim, uma conta bancária em instituição de outro país. Esse artifício gera camadas de opacidade, dificultando a conexão direta entre o patrimônio e Tanure.

Técnicas de dissimulação semelhantes já foram observadas em outras apurações, nas quais as transferências de valores ocorrem entre empresas irmãs ou sociedades controladas por mesmo grupo de beneficiários. No caso de Tanure, documentos sigilosos indicam contratos que preveem remunerações altas e cláusulas que favorecem o resgate rápido dos recursos, características típicas de esquemas destinados a evitar retenções fiscais.

A legislação brasileira exige que cidadãos e empresas declarem ativos no exterior, incluindo participações societárias e contas bancárias. Caso fique comprovado que Tanure ter suppressão de informações ou prestou declarações falsas, ele poderá responder por infrações à norma de transparência patrimonial e, em tese, por crimes contra a ordem tributária e lavagem de dinheiro. O desdobramento do inquérito poderá resultar em conduções coercitivas, bloqueio de bens e eventual oferecimento de denúncia.

Historicamente, o combate à ocultação de patrimônio em offshore ganhou força nos últimos anos, com trocas de informações entre países e modernização de sistemas de compliance. Embora o caso Master tenha visibilidade nacional, ele reforça a necessidade de aprimorar mecanismos de detecção de desvios financeiros e de fortalecer a cooperação internacional para coibir estruturas que simulam investimentos internos, mas destinam recursos para o exterior, como é atribuído a Tanure em seu inquérito.

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