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CGU investiga ONG da Grande São Paulo que organizou eventos em Suzano com R$ 2 milhões em emendas Pix

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Palhaços animam público em evento de circuito cultural em Suzano (Foto: Instagram)

A Controladoria-Geral da União (CGU) abriu uma apuração sobre uma ONG da Grande São Paulo suspeita de irregularidades na aplicação de recursos públicos destinados a um circuito cultural realizado em Suzano. Segundo denúncias, o grupo teria recebido R$ 2 milhões por meio de emendas parlamentares pagas via Pix e, posteriormente, deixado de comprovar adequadamente a execução dos projetos previstos no cronograma. A investigação mira eventuais fraudes na prestação de contas, uso indevido de verba pública e falta de transparência na realização de shows, oficinas e atividades artísticas no município da Grande São Paulo.

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De acordo com o órgão federal, a apuração tem o objetivo de verificar se a ONG da Grande São Paulo seguiu a legislação que regula a contratação e a aplicação de emendas parlamentares. A Controladoria-Geral da União atua no combate à corrupção e no fortalecimento da governança pública, supervisionando, entre outras tarefas, a correta alocação de recursos federais. A CGU, portanto, examina documentos, contratos e notas fiscais relacionados ao circuito cultural em Suzano para confirmar se todos os procedimentos legais foram observados.

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O pagamento via Pix de emendas parlamentares passou a ser uma prática mais ágil desde a regulamentação das transferências instantâneas para órgãos públicos. No entanto, a facilidade de movimentação também exige um controle mais rigoroso na fiscalização. As emendas, que são recursos indicados por deputados e senadores, devem cumprir um planejamento detalhado, com relatórios de execução que demonstrem o uso correto do dinheiro. No caso investigado, a aplicação dos R$ 2 milhões em Suzano deve ser comprovada com documentação robusta, incluindo recibos de contratação de fornecedores e relatórios de frequência em eventos.

O circuito cultural em Suzano, cujas atividades iam desde apresentações musicais até oficinas de arte, integra um conjunto de iniciativas patrocinadas por emendas parlamentares para fomentar a cultura em regiões metropolitanas. Essas ações buscam fortalecer a economia criativa e ampliar o acesso à cultura em municípios da Grande São Paulo. A Vigilância da CGU, inserida em um contexto de maior cobrança sobre a gestão fiscal, evidencia o papel da transparência como elemento-chave para evitar desvios de recursos e garantir que o benefício seja efetivamente entregue à população local.

A investigação da CGU ainda está em fase inicial e inclui solicitações de informações adicionais à ONG da Grande São Paulo, prestação de esclarecimentos pelos parlamentares envolvidos na indicação das emendas e análise de possíveis inconsistências nas notas fiscais. O desfecho poderá resultar em responsabilizações administrativas ou até sanções previstas na lei de improbidade administrativa, caso sejam confirmadas irregularidades na utilização dos R$ 2 milhões destinados ao circuito cultural em Suzano.

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