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Suspeito é capturado em casa enquanto tentava apagar arquivos de vídeo e fotografias do celular

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Polícia Civil detém homem ao tentar apagar provas digitais em operação domiciliar (Foto: Instagram)

Um homem foi detido em sua própria residência no instante em que tentava eliminar do seu telefone celular diversas gravações em vídeo e um conjunto de fotografias armazenadas. A ação ocorreu durante uma operação planejada pelas autoridades policiais, que já monitoravam o aparelho em razão de uma investigação em andamento. Ao perceber que o indivíduo buscava apagar os arquivos, os agentes entrararam no imóvel e efetuaram a prisão em flagrante. A apreensão do celular, com todos os seus conteúdos digitais, faz parte do procedimento padrão para garantir a integridade das evidências e o prosseguimento do inquérito criminal.

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A preservação de dados eletrônicos tem se tornado um dos pilares centrais em investigações modernas, considerando o volume crescente de informações armazenadas em dispositivos móveis. As autoridades costumam utilizar ferramentas de bloqueio e cópia forense para assegurar que nenhum arquivo seja corrompido ou perdido durante o processo de apreensão. Esse método permite a criação de uma imagem bit a bit do dispositivo, preservando a cadeia de custódia e garantindo que as informações extraídas sejam aceitas nos tribunais como prova legítima. A tentativa de apagamento, por mais que aparente sucesso imediato, raramente impede a recuperação completa dos registros originais.

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O campo da perícia digital envolve profissionais especializados em sistemas de arquivos, criptografia e recuperação de dados. Mesmo quando um usuário aciona a função de “excluir” ou “formatar”, a maioria dos sistemas operacionais apenas sinaliza o espaço dos arquivos como disponível, sem apagar completamente os bits que compõem fotos e vídeos. Softwares avançados conseguem reconstruir essas informações, identificando fragmentos e metadados. Além disso, é possível analisar registros de acesso, localização e data de criação dos arquivos, fornecendo um panorama detalhado sobre quando e como as imagens foram produzidas e armazenadas no celular.

Do ponto de vista jurídico, a destruição ou tentativa de destruição de provas configura crime de obstrução de justiça em diversas legislações, com penas que podem incluir detenção ou reclusão, dependendo da gravidade do caso e das circunstâncias em que ocorreu. A prática de eliminar material potencialmente relevante para uma investigação compromete o direito à verdade e à apuração dos fatos, sendo considerada uma forma de fraude processual. Por isso, além do registro do conteúdo digital, o autor da tentativa de eliminação pode responder criminalmente pela conduta, gerando desdobramentos que vão além da simples análise do dispositivo eletrônico.

No âmbito técnico, também é importante destacar que a adoção de protocolos de segurança pelas autoridades, como selagem do aparelho em containers eletroestáticos ou uso de faraday bags, impede acessos remotos e interfere na integridade dos registros. Esses procedimentos garantem que o celular não receba nenhum comando externo, preservando o cenário digital exatamente como estava no momento da captura. Com essas práticas, peritos conseguem atestar a autenticidade dos arquivos e assegurar que a extração seja feita sem qualquer modificação, mantendo o valor probatório do material para futuros processos judiciais.

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