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Devido ao vínculo forte, o luto pelos peludos pode doer até mais que a perda de um ser humano, diz especialista

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Luto pet ao entardecer (Foto: Instagram)

O luto pela morte de um animal de estimação pode ser tão intenso ou até mais doloroso do que a perda de um ente humano, justamente por causa do laço afetivo construído ao longo de anos de convivência. Muitas pessoas estabelecem com seus cães, gatos e outros “peludos” uma relação de companhia, proteção e troca constante de afeto, o que faz com que o vazio deixado pela partida seja profundo e comporte sintomas físicos e emocionais.

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Segundo um especialista em psicologia do luto, os sinais de que a pessoa está enfrentando um processo de luto complicado pelo pet incluem falta de apetite, alterações no sono, irritabilidade e sensação de culpa por ter “falhado” em proteger o animal. Em alguns casos, ocorre uma intensificação do choro, de pensamentos ruminativos sobre os momentos finais do bicho ou até mesmo o aparecimento de dores físicas realçadas pela tensão emocional.

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Para lidar com o luto pelos “peludos”, o especialista recomenda criar pequenos rituais de despedida, como organizar um álbum de fotos, plantar uma árvore em homenagem ao animal ou definir um cantinho especial em casa com alguns objetos que tragam boas memórias. Essas práticas simbólicas ajudam a externalizar a dor, oferecendo um canal de expressão para o sentimento de perda.

Em paralelo a esses rituais, buscar apoio em grupos de convivência – presenciais ou online – pode oferecer conforto. Ouvir relatos de pessoas que passaram por situação semelhante contribui para a redução do isolamento emocional e reforça a ideia de que a tristeza é parte natural desse processo. Caso o luto se prolongue por mais de seis meses e impeça a realização de tarefas cotidianas, a orientação é procurar apoio de um psicólogo ou terapeuta.

Estabelecer uma nova rotina também é fundamental. Manter horários regulares para alimentação, trabalho e lazer ajuda a dar estrutura ao dia a dia, evitando que a pessoa permaneça presa às lembranças dolorosas. Incluir atividades físicas, como caminhadas ou exercícios leves, pode aliviar o estresse e estimular a liberação de endorfinas, hormônios que promovem sensação de bem-estar.

Além disso, dedicar-se a um hobby ou voluntariado em abrigos de animais pode trazer um sentido renovado à vida, sem que isso signifique “substituir” o pet que se foi. Ajudar outros bichos em situação de vulnerabilidade reforça o vínculo com o mundo animal e, ao mesmo tempo, abre espaço para novas experiências afetivas.

Do ponto de vista científico, pesquisas apontam que o vínculo pet-humano envolve estímulos de ocitocina, um hormônio associado à sensação de apego, e à liberação de serotonina, que atua no controle do humor. Quando esse equilíbrio químico é rompido pela ausência do animal, o organismo pode reagir de forma intensa, justificando a semelhança entre o luto pet e o luto humano.

Compreender que o sofrimento faz parte do processo de cura e que não existe um prazo pré-determinado para superar a perda ajuda a desenvolver empatia consigo mesmo. Respeitar o próprio tempo e adotar estratégias de autocuidado são passos essenciais para atravessar o luto sem se sentir culpado ou apressado a “se recuperar”.

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