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Mais de 20 ministros do governo devem deixar a Esplanada até abril entre candidaturas certas e indefinições

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Ministros do governo federal reunidos em foto oficial no Palácio, antes das saídas previstas para abril. (Foto: Instagram)

Entre candidaturas confirmadas e indefinições sobre futuros políticos, mais de 20 ministros do governo federal devem deixar a Esplanada dos Ministérios até o início de abril deste ano, de acordo com estimativas de especialistas e informações do próprio Palácio do Planalto. A antecipação das saídas está relacionada principalmente à aproximação das eleições de outubro, cujo prazo para desincompatibilização de ocupantes de cargos no Executivo se encerra em abril, mas inclui também renúncias motivadas por decisões estratégicas de partidos e articulações internas.
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Para disputar cargos eletivos, ministros precisam cumprir exigências previstas na legislação eleitoral, que determina prazos específicos para desincompatibilização. Além disso, há casos de auxiliares diretos da Presidência da República que optaram por antecipar a saída, mesmo sem confirmar candidatura, a fim de evitar desgaste político. Entre as pastas afetadas estão as de Infraestrutura, Educação e Meio Ambiente, todas marcadas por movimentações intensas e negociações partidárias.
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A Esplanada dos Ministérios, localizada no Eixo Monumental de Brasília, reúne 22 prédios que concentram as principais pastas do Executivo federal. Tradicionalmente, o período pré-eleitoral provoca alta rotatividade nessas cadeiras, já que ocupantes precisam deixar o cargo seis meses antes do pleito para se candidatar a governos estaduais, ao Congresso Nacional ou às assembleias legislativas. No entanto, a tendência de saídas antecipadas também decorre de pressões políticas internas, alianças em formação e disputas por espaços nos palanques.

O calendário eleitoral estabelece que, para concorrer a cargos proporcionais (deputado federal, deputado estadual ou distrital), o prazo de desincompatibilização é três meses antes da eleição. Já para candidaturas a cargos majoritários (governador, senador e presidente), o prazo sobe para seis meses. Essas regras visam garantir igualdade de condições entre os concorrentes e evitar o uso da máquina pública em benefício eleitoral. No entanto, auxiliares de segundo escalão e secretários especiais também costumam deixar funções para não criar embaraços jurídicos ou questionamentos por uso indevido de recursos.

Historicamente, o Brasil já registrou momentos de elevado turnover na Esplanada dos Ministérios em anos eleitorais. Em 2018, por exemplo, mais de 15 ministros renunciaram ou foram realocados nos seis meses que antecederam o pleito presidencial. Em 2022, a movimentação envolveu pelo menos 18 titulares de pastas. O movimento impacta a dinâmica de gestão, podendo atrasar projetos estratégicos, mas também cria oportunidades para renovação de quadros e ajustes de rumos administrativos. Nesta rodada de trocas, o governo avalia o impacto na execução de programas e busca agilizar nomeações para evitar lacunas de comando em áreas sensíveis.

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