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Cão Orelha: aeroporto tem segurança reforçada para chegada de adolescentes

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A Polícia Civil de Santa Catarina informou que irá montar um esquema especial de segurança no aeroporto para a chegada dos dois adolescentes envolvidos na morte do cão Orelha, espancado na Praia Brava, em Florianópolis. Os menores viajaram para a Disney, nos Estados Unidos, após o crime, e devem retornar ao Brasil na próxima semana.

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De acordo com a corporação, a data exata da chegada ainda não foi divulgada. A medida tem como objetivo garantir a integridade física dos adolescentes e manter a ordem durante o desembarque, diante da repercussão do caso.

Segundo a Polícia Civil, a viagem dos jovens já estava programada antes do episódio e não possui relação direta com as investigações. 

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Entenda o caso

O cão comunitário conhecido como Orelha morreu após ser alvo de um espancamento brutal na Praia Brava, em Florianópolis. O animal, que vivia na região e era cuidado por moradores, foi atraído durante a madrugada por um grupo de quatro adolescentes. Segundo relatos de testemunhas, o cachorro atendeu ao chamado dos jovens abanando antes de ser submetido a uma sessão de tortura que incluiu perfurações com pregos na cabeça e agressões que deixaram o cérebro exposto.

Encontrado na manhã seguinte ainda vivo, mas em estado de agonia, Orelha foi levado às pressas para atendimento veterinário. Devido à gravidade dos ferimentos e à impossibilidade de recuperação médica, os profissionais optaram pela eutanásia para interromper o sofrimento do animal. O crime causou revolta na comunidade local, que registrou um boletim de ocorrência e acionou a Delegacia de Proteção Animal para apurar a autoria das agressões.

Informações divulgadas por moradores em redes sociais indicam que o porteiro que denunciou o caso teria sofrido ameaças por parte dos responsáveis pelos adolescentes envolvidos. Diante da gravidade do episódio e da sensação de impunidade, foi iniciado um abaixo-assinado que busca pressionar por mudanças na legislação brasileira, defendendo que crimes violentos contra animais tenham penas equivalentes às aplicadas em casos de agressões contra seres humanos.

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