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Policiais investigam se queda de energia na unidade de Daiane foi armadilha para atraí-la ao subsolo

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Câmera de segurança registra moradora no elevador antes do blecaute suspeito (Foto: Instagram)

As investigações conduzidas pela polícia focam na suspeita de que a interrupção de energia elétrica na unidade onde Daiane residia tenha sido deliberada, configurando uma armadilha para levá-la até o subsolo do edifício. Segundo os agentes, a hipótese é de que o blecaute tenha sido planejado por terceiros interessados em atrair a moradora para um local isolado, aproveitando o momento de desorientação gerado pela falta de luz.

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Em relatos preliminares, testemunhas informaram à polícia que a queda de tensão ocorreu na noite em que Daiane fazia uso de aparelhos eletrônicos em seu apartamento. Após perceber que as lâmpadas e equipamentos foram desligados simultaneamente, ela teria descido para o pavimento inferior em busca de esclarecimentos. Os investigadores agora averiguam se esse deslocamento foi provocado por alguém que, intencionalmente, cortou o fornecimento de eletricidade.

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No âmbito técnico, peritos em segurança elétrica explicam que blecautes pontuais em unidades residenciais podem ser provocados tanto na rede interna – por meio de sabotagem no quadro de luz, disjuntores adulterados ou fios intencionalmente rompidos – quanto no sistema de distribuição municipal, por manipulação de transformadores ou acessos não autorizados às caixas de medição. Esse tipo de ação, segundo especialistas, exige certo conhecimento do circuito elétrico e acesso prévio às instalações, o que reforça a linha de investigação de que a queda de energia na residência de Daiane não foi acidental.

Para comprovar a origem do apagão, os policiais requisitaram registros de consumo junto à concessionária responsável pelo fornecimento de energia e solicitaram a perícia especializada nos componentes internos do quadro de força do apartamento. Além disso, analisam imagens de câmeras de segurança instaladas no hall de entrada e nas áreas comuns do edifício. Testemunhas que residem em unidades próximas também foram ouvidas para confirmar se houve relatos de falhas elétricas em outras dependências ou sinais de movimentação suspeita nos corredores e no subsolo no momento do incidente.

Em um contexto mais amplo, casos em que criminosos utilizam blecautes programados como tática de distração ou coerção não são incomuns. Organizações especializadas em invasões residenciais costumam empregar a interrupção intencional de energia para provocar confusão, impedir o acionamento de alarmes ou câmeras e forçar vítimas a se deslocarem até locais vulneráveis. Por essa razão, as autoridades recomendam que moradores de prédios e condomínios adotem medidas preventivas, como manutenção periódica dos sistemas elétricos, bloqueio de quadros de luz com lacres visíveis e comunicação imediata com vizinhos e porteiros em caso de falhas súbitas.

Até o momento, a identidade de possíveis suspeitos não foi divulgada pela polícia, que segue com diligências para esclarecer se a falha no fornecimento de eletricidade foi realmente orquestrada. Enquanto isso, os investigadores permanecem empenhados em reunir provas que confirmem se a queda de energia na unidade de Daiane constituiu um artifício criminoso para atrair a moradora ao subsolo do prédio.

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