
Gummies de drinks: inovação brasileira une coquetel e praticidade (Foto: Instagram)
A investidora brasileira decidiu destinar recursos a uma linha de produtos que convertem drinks, tanto alcoólicos quanto não alcoólicos, em pequenas gomas comestíveis, conhecidas como gummies. Essa proposta inova ao unir técnicas de gelificação com sabores que reproduzem coquetéis clássicos, oferecendo uma alternativa prática, portátil e de dosagem controlada para quem busca novas experiências de consumo. O conceito vem ganhando força no mercado gastronômico e, segundo projeções, pode se consolidar como tendência para 2026, atraindo atenção tanto de consumidores quanto de outros investidores no setor de alimentos e bebidas.
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A base tecnológica para a produção desses drinks em formato de gummy está enraizada em processos da gastronomia molecular. Utiliza-se agentes gelificantes, como pectina ou gelatina, aliados a estabilizantes e flavorizantes específicos que mantêm as características sensoriais originais de cada bebida. Esse método exige testes rigorosos para equilibrar textura, sabor e tempo de dissolução na boca, garantindo que a experiência seja fiel ao coquetel original, seja um margarita, um mojito ou até bebidas sem álcool, como o famoso mocktail de frutas vermelhas.
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Além do apelo inovador, esse formato de consumo pode atender a um público que valoriza conveniência e moderação. As gummies com teor alcoólico moderado permitem controlar a quantidade ingerida de forma mais precisa do que o copo tradicional. Em eventos ao ar livre, festas e até mesmo no segmento de turismo, elas podem se destacar pelo baixo risco de vazamento e necessidade reduzida de refrigeração, facilitando a logística de transporte. Para consumidores de bebidas não alcoólicas, a versão gummy representa uma forma lúdica de incorporar sabores diferenciados à dieta diária.
Do ponto de vista regulatório, a transformação de bebidas em gomas envolve enquadramento nas normas de vigilância sanitária e possível classificação como suplemento alimentar ou guloseima com teor alcoólico. Cada lote deve passar por análises de controle de qualidade e conter informações claras sobre teor de açúcar, calorias e teor alcoólico na embalagem. A adaptação a exigências legais é fundamental para que o produto alcance prateleiras de supermercados e lojas especializadas, bem como para que seja comercializado em plataformas de e-commerce dedicadas a bebidas, alimentos e snacks.
O movimento também sinaliza oportunidades para novas parcerias entre fabricantes de bebidas, empresas de tecnologia alimentar e distribuidores de doces e snacks. Espera-se que, até 2026, outras startups e indústrias do segmento de foodtech entrem nessa jornada, ampliando o portfólio de sabores e texturas. A investidora brasileira mantém conversas com potenciais parceiras internacionais e observa com otimismo a evolução desse nicho, que pode redefinir hábitos de consumo e atrair mais investimentos em inovação no universo de alimentos e bebidas.

