
Manifestantes Lúcia Canhada e Maria Eli Silva durante ato cívico em Brasília atingido por raio (Foto: Instagram)
Lúcia Canhada e Maria Eli Silva viajaram de São Paulo para participar de uma manifestação em Brasília que acabou atingida por um raio. O incidente ocorreu em um dia com condições meteorológicas instáveis na capital federal, e atraiu atenção de manifestantes e equipes de segurança no local.
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Lúcia Canhada saiu de São Paulo com a amiga Maria Eli Silva para engrossar o ato cívico, cuja pauta central não foi divulgada oficialmente pelos organizadores. As duas relataram que o clima do protesto estava pacífico até o momento em que um relâmpago desceu em área próxima ao grupo, gerando correria. Apesar do susto, não há, até o fechamento desta reportagem, informações sobre feridos graves.
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Lúcia Canhada e Maria Eli Silva relataram que sentiram um estrondo e uma forte claridade, típicos de raios em tempestades de verão na região Centro-Oeste. Especialistas em meteorologia explicam que, durante a estação chuvosa, as nuvens cumulonimbus podem acumular cargas elétricas intensas, elevando o risco de descargas atmosféricas. Em eventos a céu aberto, a incidência de raios representa ameaça tanto para participantes quanto para equipes de apoio.
Brasília, construída em área de planalto, é suscetível a tempestades de rápida formação, especialmente entre outubro e março. Protestos costumam reunir pessoas de diferentes estados, e a logística de deslocamento até a Esplanada dos Ministérios envolve deslocamentos por vias expostas. Sistemas de alerta meteorológico e orientações de segurança recomendam buscar abrigos adequados ao menor sinal de chuva forte ou trovoadas.
O fenômeno do raio ocorre quando há diferença de potencial elétrico entre nuvens e solo, resultando em descargas que podem atingir temperaturas superiores a 30 000 graus Celsius. Isso gera um pulso sonoro — o trovão — e, em casos de proximidade, pode causar danos a estruturas, dispositivos eletrônicos e, em situações extremas, lesões corporais. Organizações civis e corpo de bombeiros enfatizam a importância de respeitar áreas de risco e evitar ambientes abertos sem proteção.
Até o momento, Lúcia Canhada e Maria Eli Silva aguardam retorno das autoridades locais sobre possíveis medidas de prevenção em manifestações futuras. O episódio reforça a necessidade de monitoramento contínuo das condições climáticas em eventos públicos, além de protocolos de evacuação rápida em caso de fenômenos meteorológicos intensos.

