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PT se move para barrar CPMI do Banco Master e blindar Lula em ano eleitoral

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O governo federal articula nos bastidores para impedir a criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) sobre o caso do Banco Master em meio ao ano eleitoral. A movimentação busca evitar desgastes ao Palácio do Planalto e ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva diante do avanço das discussões no Congresso.

A avaliação foi apresentada pela analista Julliana Lopes, no programa Hora H, ao apontar uma alteração na postura de integrantes ligados ao governo. Segundo ela, parlamentares que antes defendiam a apuração do caso passaram a se posicionar contra a abertura da comissão.

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Entre os exemplos citados está o líder do governo na Câmara, José Guimarães, que demonstrou resistência à instalação da CPMI. De acordo com Lopes, o argumento é que a investigação poderia se transformar em instrumento político. “É claro que esse risco é evidente em qualquer CPI. O governo não tem voto, tem uma quantidade muito significativa de integrantes do Centrão e da oposição que conseguem fazer pressão quando a composição é favorável”, afirmou.

A mudança ocorre após o empresário Daniel Vorcaro, ligado ao Banco Master, admitir ao Supremo Tribunal Federal que o uso do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) fazia parte do modelo de negócios da instituição. A declaração contrariou discursos anteriores que tentavam enquadrar o episódio como um conflito com o sistema financeiro.

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Segundo a analista, o Planalto também tenta reorganizar a narrativa sobre o tema. Na semana anterior, Lula abordou o caso em um pronunciamento com tom eleitoral, relacionando o episódio ao discurso de combate à desigualdade social.

Para Julliana Lopes, o movimento revela uma estratégia de contenção política. “Está evidente que o governo está tentando driblar esse discurso, tentando fazer uma proteção do Palácio do Planalto em meio a um ano eleitoral. Melhor não ter CPI, porque em ano eleitoral isso vai virar um palco para quem quer se projetar para as eleições de 2026”, concluiu.

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