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Polícia afasta adolescente de agressões ao cão Orelha após divulgação de imagem nas redes sociais

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Cão Orelha em recuperação após maus-tratos (Foto: Instagram)

Um adolescente chegou a ter a imagem divulgada nas redes sociais como suspeito das agressões ao cão Orelha, mas, segundo as autoridades, ele não participou dos maus-tratos ao animal. A Polícia Civil apurou as circunstâncias e comprovou que o jovem não teve relação com o caso, apesar de ter sido apontado equivocadamente por usuários na internet.
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Nas primeiras horas após a repercussão, perfis em redes sociais compartilharam fotos e vídeos que apontavam o adolescente como autor dos atos de violência contra o cão Orelha. No entanto, a divulgação de imagens sem confirmação prévia levou à identificação incorreta do suposto agressor. A própria delegacia responsável pelo caso alertou sobre os riscos de propagar acusações sem provas.
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De acordo com a investigação, a polícia analisou testemunhos de moradores da região onde o cão Orelha foi encontrado ferido, assim como laudos veterinários que confirmaram a natureza das lesões. Nenhum elemento levantado durante as diligências apontou para a participação do adolescente nas agressões. A apuração incluiu exame de câmeras de segurança e oitivas de possíveis testemunhas, o que permitiu descartar o jovem como envolvido no crime contra o animal.

O cão Orelha, encontrado em situação de grave maus-tratos, recebeu atendimento emergencial em clínica veterinária e evolui com quadro estável. Veterinários detalharam que as lesões apresentavam sinais de violência continuada, mas ressaltaram que os ferimentos não estavam associados a nenhum vestígio de objetos específicos que pudessem ligar diretamente o adolescente ao caso. A perícia apresentou relatório técnico detalhado ao delegado de plantão.

A legislação brasileira tipifica maus-tratos a animais como crime previsto no artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/1998), com pena de detenção de três meses a um ano, além de multa. Em casos de lesões graves, a punição pode ser agravada. Especialistas em direito ambiental destacam que o rigor na apuração é fundamental para garantir que os responsáveis sejam identificados corretamente e punidos conforme a lei.

A divulgação precipitada de dados pessoais e imagens de suspeitos nas redes sociais pode gerar danos irreparáveis, tanto para quem é investigado sem provas quanto para as investigações em si. A polícia reforça a orientação de que denúncias devem ser feitas pelos canais oficiais e que informações só devem ser compartilhadas após confirmação de fontes oficiais, evitando a propagação de fake news e erros de identificação.

O delegado responsável pelo caso enfatizou que as apurações continuam em andamento para localizar quem realmente praticou as agressões contra o cão Orelha. A comunidade foi convidada a colaborar com informações, garantido o sigilo de quem denunciar e a transparência do processo investigativo. Até o momento, não há prisões referentes a esse episódio.

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