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Ex-ministro do governo Jair Bolsonaro recebe R$ 30 mil do PL como assessor especial

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Ex-ministro do governo Jair Bolsonaro em evento do PL (Foto: Instagram)

Um ex-ministro do governo Jair Bolsonaro começou a auferir um salário bruto mensal de R$ 30 mil por meio do Partido Liberal (PL), exercendo o posto de assessor especial. A remuneração, que reflete o valor declarado antes de descontos, foi oficializada após sua nomeação para o cargo, confirmando uma prática recorrente de figuras políticas que transitam entre pastas ministeriais e atribuições em siglas partidárias.

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O PL, legenda de grande expressão na cena nacional, tem atraído quadros com experiência em administrações anteriores ao integrar ex-ministros e outros agentes públicos. A sigla registra presença estratégica no Congresso Nacional e em instâncias executivas, o que inclui proporcionar espaços remunerados a colaboradores especializados. Embora os pagamentos sejam questionados por setores da sociedade, o partido sustenta que tais cargos visam à prestação de serviços técnicos e ao suporte de atividades centrais.

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A função de assessor especial costuma englobar atribuições de análise, planejamento e interlocução entre o partido e outras instâncias governamentais. No caso em tela, o ex-ministro responde pela elaboração de pareceres, pelo acompanhamento de projetos legais e pela articulação de agendas junto a setores específicos. O salário bruto de R$ 30 mil se alinha a tabelas de vencimentos aplicadas a cargos de confiança, posicionando-se no patamar mais elevado dentro da escala de assessores.

Historicamente, ex-ministros do governo Jair Bolsonaro que migram para funções em partidos ou em assessorias têm encontrado no dispositivo de “cargos de natureza especial” uma forma de manter participação ativa no sistema político. Essa realidade não se restringe ao PL: diversas agremiações utilizam critérios semelhantes para contratar profissionais com experiência em gestão pública, reforçando equipes técnicas e ampliando o leque de consultorias internas.

Na esfera legal, a nomeação para cargo de assessor especial encontra respaldo em legislações que regulam a ocupação de funções de confiança em órgãos partidários. A despeito de debates sobre a moralidade administrativa e o controle do gasto público, a prática está amparada por normas federais que definem faixas de remuneração para essas posições. Assim, o salário bruto de R$ 30 mil versa sobre a legalidade do enquadramento, ainda que suscite discussões sobre transparência e custo político.

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