
Paquetá em ação pelo Flamengo na Supercopa do Brasil (Foto: Instagram)
Paquetá retornou ao clube oito anos após sua saída em 2018, quando havia conquistado o segundo lugar no Brasileirão, mas o reencontro acabou em derrota na Supercopa diante do Corinthians. O retorno do meio-campista foi marcado por grandes expectativas por parte da torcida, que viu no seu antigo camisa 10 a esperança de fortalecer o setor criativo do time. Ainda que tenha buscado impor seu estilo de jogo e distribuído boas opções de passe, Paquetá não conseguiu evitar o revés na partida de abertura da competição.
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Em 2018, Paquetá teve papel fundamental na campanha que levou o clube à vice-colocação no Brasileirão, sendo uma das principais referências na armação de jogadas. Naquela temporada, ele se destacou pela capacidade de conduzir o ritmo de jogo, pela visão de campo apurada e pela eficiência nos lances decisivos. Após deixar o elenco, o atleta acumulou experiência em competições internacionais e aprimorou seu repertório técnico em outras equipes. A volta ao clube, portanto, simbolizava uma nova etapa de amadurecimento profissional e a chance de trazer bagagem extra ao projeto atual.
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O duelo de Supercopa foi disputado em formato de partida única, com ambas as equipes buscando impor seu ritmo desde os primeiros minutos. Mesmo comandando a transição ofensiva em vários lances, Paquetá viu o Corinthians explorar bem os contra-ataques e firmar-se defensivamente. O confronto ficou marcado pela intensidade no meio-campo, pela batalha física entre volantes e meias, e pela alternância de oportunidades criadas por ambos os lados. No fim, o triunfo ficou com o time alvinegro, que soube aproveitar melhor suas chances e assegurar o resultado.
A Supercopa é tradicionalmente vista como a disputa que coloca frente a frente os melhores clubes da temporada anterior, servindo de prévia para o calendário nacional. Instituída para celebrar campeões de torneios distintos, ela reúne força máxima dos elencos e atrai grande interesse de torcedores e mídia. Ao longo dos anos, a competição oportunizou embates equilibrados e contribuiu para elevar o nível técnico na fase inicial de cada ano. Para Paquetá, tratar-se de sua primeira experiência nesse formato, exigiu adaptação imediata às características do torneio único.
Apesar do resultado negativo, a presença de Paquetá em campo reforçou a confiança de muitos setores do clube em seu potencial de liderança. Sua habilidade de articulação ofensiva, combinada à visão para infiltrações, segue como ponto de atenção para a comissão técnica. Agora, resta ao jogador e ao elenco focar nas próximas partidas do calendário nacional, buscando reencontrar o caminho das vitórias e transformar o aprendizado da Supercopa em combustível para as competições seguintes.

