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Cabine de elevador cai do 3º andar até o 1º subsolo em queda de quase 5 pavimentos

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Elevador despenca do 3º andar ao subsolo sem feridos; perícia é iniciada (Foto: Instagram)

O elevador estava no 3º andar de um edifício comercial quando, no momento em que passageiros aguardavam a abertura das portas, um estrondo forte indicou a falha no sistema de sustentação. Em seguida, a cabine despencou até o 1º subsolo, num trajeto de quase 5 pavimentos. Embora o impacto tenha sido significativo, o sistema de segurança interno impediu danos ainda maiores à estrutura. Equipes de manutenção e técnicos especializados foram acionados imediatamente para restringir o acesso ao poço do elevador e dar início à perícia técnica.

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Elevadores modernos são projetados com múltiplos mecanismos de proteção, incluindo cabos de aço trançados, contrapesos, freios de emergência eletromecânicos e guias de rolamento. Em caso de rompimento de cabos ou variações abruptas de velocidade, dispositivos internos acionam automaticamente os freios de segurança. Além disso, empresas certificadas realizam inspeções de carga, testes de funcionamento e simulações periódicas para verificar desgaste de componentes, lubrificação de polias e condições dos tambores. Essas rotinas seguem normas técnicas brasileiras e internacionais, garantindo maior confiabilidade ao transporte vertical em prédios residenciais e comerciais.

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Engenheiros especialistas apontam que quedas repentinas costumam ter como causas principais a ruptura de cabos de sustentação ou falhas no sistema de frenagem de emergência. Desgaste excessivo de roldanas e mancais, associado à lubrificação inadequada, também pode aumentar o atrito e comprometer o funcionamento. Em algumas situações, falhas em sensores eletrônicos de velocidade ou interferências na alimentação de energia desativam o freio principal, liberando o movimento descontrolado da cabine. Por isso, a manutenção meticulosa de sistemas eletromecânicos é essencial para evitar acidentes.

Registros históricos de incidentes com elevadores mostram que casos semelhantes ocorreram em diferentes regiões, tanto no Brasil como no exterior. Relatórios de associações de transporte vertical apontam que, antes da adoção de normas mais rígidas, ocorrências envolvendo cabos desgastados e revisões incompletas eram mais frequentes. Desde meados dos anos 2000, a implementação de protocolos de segurança, certificações obrigatórias e uso de materiais com maior resistência reduziu significativamente a taxa de falhas mecânicas e elétricas.

A legislação brasileira exige manutenção preventiva periódica (trimestral ou semestral) conforme o tipo de elevador e o fluxo de usuários. A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) determina procedimentos para inspeção de cabos, teste de carga, verificação de freios e atualização de laudos técnicos. Proprietários de imóveis devem contratar empresas habilitadas e manter registros atualizados, sob risco de multas, interdição do equipamento e responsabilização civil. Tais medidas visam preservar a integridade de usuários e garantir a longa vida útil dos sistemas de transporte vertical.

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