
Urso-preguiça fuça restos em incinerador abandonado, foto de Mogens Trolle (Foto: Instagram)
O Concurso anual realizado pelo Natural History Museum reuniu este ano 24 imagens vencedoras escolhidas entre mais de 60 mil fotos submetidas por fotógrafos de 113 países. A iniciativa, voltada para registrar a riqueza da vida natural em diferentes partes do mundo, atraiu participantes de todos os continentes. Os autores das fotografias finalistas destacam aspectos de fauna, flora, cenários subaquáticos e formações geológicas, evidenciando a diversidade e a beleza dos ecossistemas que compõem o nosso planeta. A seleção levou em conta critérios técnicos, artísticos e também o impacto narrativo das cenas capturadas.
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O processo de avaliação envolveu uma equipe multidisciplinar de biólogos, fotógrafos profissionais e especialistas em conservação ambiental do Natural History Museum. Cada imagem foi analisada de acordo com a originalidade, a qualidade técnica – como enquadramento, foco e tratamento de luz – e o contexto ambiental retratado. As 24 finalistas representam diferentes estilos de abordagem: há registros macro de insetos, panorâmicas de paisagens selvagens, close-ups de mamíferos raros e até estudos subaquáticos de recifes de corais. O concurso não se resume apenas à estética fotográfica, mas também busca despertar a reflexão sobre a importância da preservação dos habitats e das espécies.
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Além de premiar talentos consolidados e amadores, o evento organizado pelo Natural History Museum oferece oportunidades de intercâmbio de experiências. Workshops e palestras online são disponibilizados para os participantes, reunindo profissionais de diferentes origens. Essas atividades complementares ajudam a disseminar boas práticas de fotografia de vida selvagem, como o respeito aos animais e aos ecossistemas, o uso de equipamentos adequados e técnicas de camuflagem que evitam perturbar o comportamento natural das espécies. Dessa forma, o concurso se torna também uma plataforma educacional.
A história do Concurso do Natural History Museum remonta a anos anteriores, sempre com o objetivo de valorizar o registro visual da natureza. Com o advento das redes sociais e o acesso cada vez maior a câmeras de alta resolução, o número de inscrições cresceu significativamente. Para lidar com esse volume, o comitê julgador passou a adotar ferramentas digitais de triagem preliminar, agilizando a seleção das melhores propostas antes da análise detalhada por especialistas humanos.
Os vencedores receberão prêmios que incluem exposição das imagens em galerias virtuais e impressas, além de ter suas fotos publicadas em materiais de divulgação do Natural History Museum. As 24 cenas escolhidas passarão a compor uma mostra itinerante, que percorrerá instituições parceiras em diferentes países, ampliando o alcance da mensagem sobre a conservação ambiental. Ao revelar a força da fotografia como instrumento de comunicação, o Museu reforça seu compromisso em promover o diálogo entre ciência, arte e público.

