
Equipe médica conta com especialistas em desarmamento durante cirurgia de emergência (Foto: Instagram)
Homem de 24 anos deu entrada em uma unidade de emergência após a descoberta de um projétil de coleção alojado no reto. Segundo relatos da equipe médica, o artefato apresentava características de munição antiga, o que levou à suspeita de material explosivo ativo. Diante do risco potencial à vida do paciente e ao próprio ambiente hospitalar, a situação ganhou atenção imediata das autoridades competentes. A avaliação inicial indicou necessidade de cuidados especiais para retirada do objeto sem causar ferimentos internos.
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O homem de 24 anos permaneceu em observação enquanto era montada a estratégia de intervenção da equipe antibombas. Os especialistas em desarmamento foram acionados para avaliar a composição química do projétil e confirmar se havia explosivo interno. A equipe antibombas utilizou equipamentos de escaneamento não invasivo, como detectores de radiação e testes de química portátil, para analisar o artefato sem movimentá-lo de forma brusca. Só depois de atestar condições de segurança, os técnicos autorizaram o transporte até área adequada.
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Após a fase de avaliação, a equipe antibombas empregou isolamento por padrões de segurança, instalou barreiras protetoras e acionou sistemas de contenção para minimizar riscos de explosão. A partir desse protocolo, houve a liberação gradual do artefato para os profissionais de saúde, que se prepararam para o procedimento de extração. Essa sinergia entre bombeiros, policiais especializados e médicos é fundamental em casos envolvendo possíveis explosivos, garantindo que todas as etapas aconteçam dentro de rigorosos critérios de proteção.
Do ponto de vista médico, a manipulação de corpos estranhos intraretais exige avaliação com imagens de tomografia computadorizada ou raio-X para definir o posicionamento exato do objeto. A sedação controlada e uso de analgésicos são essenciais para evitar movimentos bruscos do paciente durante a intervenção. No caso do homem de 24 anos, o projétil de coleção permaneceu estável e sem sinais de perfuração intestinal, o que facilitou a retirada, embora tenha mantido a necessidade de observação pós-operatória para evitar complicações como infecção ou hemorragia.
O projétil de coleção é frequentemente encontrado em acervos de entusiastas de munições antigas ou réplicas históricas, mas pode apresentar riscos se armazenado ou manuseado de forma imprópria. Embora muitos sejam inertes, a persistência de resíduos de explosivos neles pode gerar consequências graves em contato com calor, pressão ou impacto. Por isso, colecionadores devem seguir normas de transporte e armazenagem definidas por órgãos de controle de materiais bélicos, evitando situações de emergência médica ou policial.
Em relatos de casos semelhantes, equipes multidisciplinares costumam funcionar como modelo de resposta rápida, unindo conhecimento de especialistas em armamento, protocolos de saúde e logísticas de segurança pública. O incidente com o homem de 24 anos reforça a importância de conscientização sobre o manuseio de objetos potencialmente perigosos, bem como o preparo de instituições hospitalares para situações que fogem do padrão de internações comuns.

