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PF afirma que dirigente influenciou decisões que transferiram R$ 400 milhões da Previdência do Amapá ao Banco Master

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Agente da Polícia Federal durante operação de investigação (Foto: Instagram)

A PF revelou que um dirigente foi determinante em decisões que transferiram R$ 400 milhões da Previdência do Amapá para o Banco Master. Conforme os autos do inquérito, as operações ocorreram entre 2020 e 2021, período no qual a gestão dos recursos levantou suspeitas junto a órgãos de controle. A investigação busca entender com precisão o envolvimento desse dirigente na seleção do Banco Master e se houve favorecimento de interesses privados.

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Segundo documentos obtidos pela Polícia Federal, a Previdência do Amapá enfrenta desafios estruturais na aplicação de seus ativos, impactando diretamente o pagamento de benefícios a servidores públicos e pensionistas do estado. Tradicionalmente, fundos de previdência estadual são direcionados a títulos públicos e investimentos de baixo risco, garantindo segurança aos contribuintes. No entanto, a transferência de grande volume de recursos a uma única instituição financeira, como o Banco Master, acendeu alertas sobre concentração de risco e potencial comprometimento do fluxo de caixa.

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Em razão dessas suspeitas, a PF intensificou as diligências, solicitando contratos, extratos bancários e pareceres de auditorias internas. Foram analisados relatórios de compliance que deveriam comprovar a idoneidade do Banco Master e a conformidade das aplicações. As autoridades federais também requisitaram depoimentos de ex-servidores e gestores da Previdência do Amapá, buscando detalhes sobre a cadeia de decisões que culminou na contratação do banco para custodiar e investir parte considerável do patrimônio público.

O Banco Master, instituição privada de porte médio, tem concentrado atenção de reguladores após ampliar sua atuação em operações de crédito e gestão de recursos de terceiros nos últimos anos. Apesar de apresentar resultados financeiros positivos em relatórios oficiais, a instituição está sob escrutínio da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e do Banco Central para verificar se atendeu a todos os requisitos de transparência e capitalização. Na investigação da PF, pesa sobre o Banco Master o risco de responsabilização por aceitar volumes atípicos sem garantias adequadas.

No contexto jurídico, a investida da Polícia Federal pode resultar em indiciamento por crimes que envolvem administração fraudulenta, peculato e associação criminosa, caso se comprove favorecimento pessoal ou desvio de finalidade. O procedimento investigativo tramita em sigilo, mas há expectativa de expansão para colaborações premiadas, o que pode trazer novos detalhes sobre o suposto esquema. Além disso, o Ministério Público Federal acompanhará de perto eventuais acordos judiciais para ressarcimento integral aos cofres da Previdência do Amapá.

O desdobramento desse inquérito será crucial para definir medidas de prevenção contra desvios em fundos de previdência estaduais. A PF, em parceria com órgãos de controle e a Justiça Federal, deve propor recomendações de governança, auditoria periódica e limites operacionais para investimentos em instituições privadas. Essas ações visam aumentar a segurança dos recursos destinados à aposentadoria de servidores públicos e restaurar a confiança na gestão da Previdência do Amapá.

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