
Viatura da polícia em frente à academia após acidente em aula de natação (Foto: Instagram)
Juliana Faustina Bassetto participou de uma aula de natação em uma academia e, logo após o término da atividade, sofreu uma parada cardiorrespiratória que resultou em seu falecimento. Outras seis pessoas que estavam na mesma sessão foram internadas em hospitais locais com diversos sintomas associados ao incidente.
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A ocorrência foi registrada em data recente, mobilizando equipes de resgate e atendimento de emergência. Testemunhas relatam que o mal-estar de Juliana Faustina Bassetto se manifestou de forma súbita, sem indícios prévios de mal-estar, o que demandou ação imediata dos profissionais de saúde presentes na academia. Dos seis internados, alguns apresentaram sinais de desidratação, fadiga intensa e dificuldades respiratórias, mas todos foram estabilizados após o primeiro atendimento.
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A parada cardiorrespiratória ocorre quando há interrupção repentina das funções cardíacas e respiratórias, impedindo a oxigenação adequada do organismo. Sem tratamento imediato, o órgão cerebral sofre lesões irreversíveis em poucos minutos. Em ambientes aquáticos, o risco pode aumentar em razão da dificuldade de perceber sinais iniciais de afogamento ou de colapso, especialmente em piscinas com várias pessoas praticando exercícios simultaneamente.
A resposta rápida é essencial para aumentar as chances de sobrevivência em casos de parada cardiorrespiratória. A técnica de reanimação cardiopulmonar (RCP) deve ser iniciada imediatamente, combinando compressões torácicas com ventilações, até a chegada de um desfibrilador externo automático (DEA) ou de equipes médicas qualificadas. Academias e clubes que oferecem aulas de natação costumam dispor de equipamentos de emergência e profissionais treinados para situações críticas, mas a agilidade no reconhecimento e na aplicação do protocolo salva-vidas faz toda a diferença.
Para prevenir eventos como o que vitimou Juliana Faustina Bassetto, especialistas recomendam a realização de avaliações médicas periódicas antes de iniciar qualquer atividade física intensa, especialmente para pessoas com histórico de doenças cardíacas ou respiratórias. A checagem de parâmetros como pressão arterial, eletrocardiograma e teste de esforço ajuda a identificar fatores de risco que possam contraindicar determinadas modalidades esportivas sem acompanhamento especializado.
Em instalações aquáticas, é fundamental que a presença de salva-vidas e instrutores treinados acompanhe de perto cada aluno durante as práticas. Boias, coletes e sinalizações de profundidade auxiliam na segurança, assim como a manutenção adequada da qualidade da água e dos equipamentos de monitoramento. Protocolos de inspeção devem ser seguidos rotineiramente para garantir que desfibriladores e kits de primeiros socorros estejam em perfeitas condições de uso.
O caso de Juliana Faustina Bassetto chama a atenção para a importância de protocolos rigorosos de segurança em atividades esportivas, sobretudo em ambientes aquáticos. A adoção de medidas preventivas, aliada à capacitação de profissionais e ao treinamento de frequentadores para noções básicas de primeiros socorros, pode reduzir significativamente o risco de tragédias similares em academias de todo o país.

