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Gabriel Galípolo defende fortalecimento de mecanismos de fiscalização do Banco Central

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Galípolo defende fiscalização bancária ágil com IA (Foto: Instagram)

Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, ressaltou a importância de aprimorar os instrumentos de fiscalização aplicados pela autarquia e por outros órgãos competentes, visando garantir maior transparência e solidez ao sistema financeiro nacional.

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Em um encontro voltado ao debate sobre regulação e supervisão bancária, Gabriel Galípolo apontou que as transformações no setor, como a aceleração da digitalização dos serviços financeiros e a diversificação de produtos e plataformas, tornam imprescindível a atualização das metodologias de controle. Ele destacou ainda que o Banco Central deve adotar novas soluções tecnológicas para monitorar riscos em tempo real e atuar de forma preventiva.

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Entre os instrumentos de fiscalização atualmente empregados pelo Banco Central estão inspeções presenciais em agências e centrais de atendimento, análises de relatórios financeiros trimestrais e testes de estresse voltados a mensurar a resiliência das instituições em cenários adversos. Para Gabriel Galípolo, a incorporação de ferramentas baseadas em inteligência artificial e big data permitiria antecipar fraudes, identificar sinais de liquidez insuficiente e aperfeiçoar o processo de supervisão remota.

Historicamente, o arcabouço regulatório brasileiro tem passado por ciclos de aperfeiçoamento em resposta a crises financeiras internas e externas. Desde a criação do Conselho Monetário Nacional, há várias décadas, mecanismos de fiscalização vêm sendo calibrados para equilibrar eficiência operacional e segurança sistêmica. O atual presidente do Banco Central ressaltou que esse progresso deve continuar, com ênfase na capacitação de equipes técnicas e na padronização de normas entre diferentes áreas do órgão.

Galípolo também frisou a relevância da cooperação entre o Banco Central e outros órgãos competentes, de forma a promover troca de informações e ações coordenadas. Esse alinhamento, segundo ele, é fundamental para combater ilícitos financeiros, proteger depositantes e preservar a integridade do mercado, especialmente diante do crescimento de fintechs e novas formas de intermediação de crédito.

Em suas considerações finais, Gabriel Galípolo confirmou que o Banco Central seguirá avaliando propostas de atualização regulatória e investimentos em tecnologia de ponta. O presidente do BC reforçou o compromisso de construir um ambiente de supervisão mais ágil, eficiente e alinhado às melhores práticas internacionais, assegurando a estabilidade financeira para os próximos anos.

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