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Revisão de estudo com 21 mil mulheres mostra que exercitar essa musculatura também diminui risco de prolapso de órgãos e diástase abdominal

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Gestante realiza exercícios de assoalho pélvico sobre bola de estabilidade. (Foto: Instagram)

Uma recente revisão de estudo envolvendo 21 mil mulheres avaliou o impacto de exercícios voltados à musculatura do assoalho pélvico na prevenção de alterações como prolapso de órgãos e diástase abdominal. Os pesquisadores reuniram dados de diferentes pesquisas clínicas e observacionais para oferecer uma visão abrangente sobre a eficácia dessas práticas físicas. O levantamento indica que a adoção sistemática de rotinas de fortalecimento do assoalho pélvico está associada a uma redução significativa nos casos diagnosticados dessas condições, apontando para um caminho promissor no cuidado preventivo em saúde feminina.

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O assoalho pélvico é formado por um conjunto de músculos que sustentam órgãos como a bexiga, o útero e o reto. Quando essa musculatura perde tônus, há maior tendência ao deslocamento involuntário desses tecidos, caracterizando o prolapso de órgãos pélvicos. Além disso, o enfraquecimento dessa região pode favorecer o surgimento da diástase abdominal, condição em que as estruturas musculares do abdômen se separam ao longo da linha média, comprometendo a estabilidade da parede abdominal e gerando desconforto ou dor.

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O prolapso de órgãos pélvicos pode se manifestar de diferentes maneiras, desde sensação de peso na pelve até a saída parcial de tecido pela abertura vaginal, enquanto a diástase abdominal costuma ser percebida como um abaulamento na região central do abdômen. Ambas as condições estão relacionadas a fatores como gravidez, parto vaginal, obesidade e envelhecimento, mas também podem ocorrer em mulheres sedentárias ou com histórico de esforço repetitivo no tronco. A diástase abdominal afeta a capacidade de contrair adequadamente os músculos retos do abdômen, o que pode gerar instabilidade postural.

Para prevenir essas complicações, especialistas recomendam a prática de exercícios específicos, conhecidos popularmente como “exercícios de Kegel” e rotinas de estabilidade do core. Eles incluem contrações voluntárias e sustentadas dos músculos do assoalho pélvico, associadas ou não a movimentos de estabilização lombopélvica. A frequência sugerida varia de acordo com o perfil da paciente, mas costuma girar em torno de três séries diárias com 8 a 12 repetições, sempre respeitando o alinhamento corporal e o controle respiratório.

Além dos exercícios, uma avaliação prévia por um fisioterapeuta ou profissional de saúde especializado pode identificar o grau de fraqueza muscular e orientar sobre progressões seguras. O tratamento preventivo e precoce, aliado a orientações posturais e cuidados gerais com o peso corporal, contribui para diminuir a incidência de prolapso de órgãos e diástase abdominal, melhorando a qualidade de vida e a autonomia das mulheres afetadas.

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