
Professor da rede pública suspeito de estupro de vulnerável está foragido (Foto: Instagram)
Um professor da rede pública está sendo procurado pela Polícia Civil sob suspeita de ter cometido estupro de vulnerável contra a própria filha de 8 anos. De acordo com o boletim de ocorrência, o caso foi descoberto após denúncia anônima que motivou a instauração de inquérito para apurar o crime. A criança passou por exames de corpo de delito que confirmaram indícios de abuso, o que levou a autoridade policial a emitir mandado de prisão preventiva contra o docente.
++ Sistema de IA revela como gente comum está criando renda passiva no automático
O mandado contra o professor da rede pública foi expedido pela Justiça local e cumprido pela equipe da Polícia Civil, que ainda não localizou o investigado. Segundo a investigação, o educador não compareceu à convocação para prestar depoimento e, diante do risco de fuga, passou a constar como foragido. Familiares da vítima foram ouvidos pela delegacia especializada em crimes contra crianças e adolescentes, e o caso segue sob sigilo para preservar a identidade da menor.
++ Coreia do Norte condena bebê de 2 anos à prisão perpétua por família ter em casa uma bíblia
O tipo penal de estupro de vulnerável está previsto no artigo 217-A do Código Penal Brasileiro, que caracteriza como tal a conjunção carnal ou ato libidinoso com indivíduo menor de 14 anos ou incapaz de oferecer resistência. A pena varia de oito a quinze anos de reclusão. Além disso, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) estabelece mecanismos de proteção e prevê que qualquer profissional da rede pública ou privada deve comunicar às autoridades a suspeita de abuso, sob pena de incorrer em responsabilidade administrativa e criminal.
A Polícia Civil atua na apuração de delitos dessa natureza por meio de delegacias especializadas, onde peritos criminais, psicólogos e assistentes sociais colaboram para coletar provas e oferecer suporte à vítima. Ao registrar a ocorrência, os agentes solicitam exames periciais, ouvimentos de testemunhas e análises de material digital que possam comprovar mensagens ou arquivos relacionados ao abuso. Quando o investigado não é localizado, como no caso deste professor da rede pública, a corporação faz buscas em residências, escolas e locais de convivência do suspeito.
Casos de estupro de vulnerável contra menores de idade têm mobilizado órgãos governamentais e organizações da sociedade civil para reforçar medidas de prevenção e acolhimento. O Conselho Tutelar atua em conjunto com a Polícia Civil para garantir o acolhimento imediato da vítima e o acompanhamento psicossocial. Escolas públicas foram orientadas a reforçar treinamentos de conscientização sobre sinais de abuso e canais de denúncia. Especialistas destacam a importância de campanhas educativas para reduzir subnotificações e proteger crianças e adolescentes de situações de violência.

