
PMDF apreende drogas em bebê conforto durante prisão de jovem de 19 anos (Foto: Instagram)
O pai de 19 anos, que já havia sido investigado por uma tentativa de homicídio na adolescência, foi novamente alvo da polícia ao ser encontrado em posse de crack, cocaína e maconha. A prisão em flagrante aconteceu durante uma operação de rotina em que agentes da segurança pública intensificaram abordagens para combater o tráfico de drogas em áreas urbanas. Segundo informações oficiais, o jovem, que também é pai de uma criança, transportava quantidades significativas das substâncias ilícitas em uma mochila.
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Em depoimento, o pai de 19 anos alegou que não se envolvia diretamente no comércio de entorpecentes, mas não apresentou justificativas plausíveis para o porte das drogas. A autoridade policial responsável pelo caso registrou o boletim de ocorrência e encaminhou o suspeito à Delegacia de Repressão ao Narcotráfico, onde ele foi autuado por tráfico de entorpecentes. Além disso, seu histórico de tentativa de homicídio na adolescência pode agravar a situação judicial, uma vez que a reincidência é considerada por juízes ao estipular medidas cautelares e sentenças.
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De acordo com a Lei de Drogas (Lei n.º 11.343/2006), portar substâncias como crack, cocaína e maconha configura crime de tráfico de drogas, cuja pena pode variar de cinco a 15 anos de reclusão, além de multa. A legislação brasileira prevê ainda agravantes para quem atua em associação com outras pessoas ou em proximidade de escolas, o que eleva a severidade das punições. Na esfera administrativa, o indivíduo pode perder direitos como o de frequentar determinados locais públicos ou obter benefícios legais.
Especialistas em segurança pública ressaltam que o uso de crack é particularmente preocupante devido ao alto potencial de dependência e aos efeitos agressivos no comportamento. Já a maconha e a cocaína, embora com perfis de risco distintos, complementam um quadro de poliuso que compromete a saúde física e mental dos consumidores. Programas de redução de danos e de reabilitação têm se mostrado essenciais para prevenir novas infrações e auxiliar na reintegração social de usuários, incluindo aqueles que combinam mais de uma substância.
Casos de violência juvenil, como a tentativa de homicídio cometida na adolescência, costumam indicar falhas em políticas de prevenção e atendimento a menores em risco. Estudos apontam que intervenções precoces, com suporte psicológico e acompanhamento familiar, podem reduzir a vulnerabilidade e desencorajar o ingresso em organizações criminosas. No caso do pai de 19 anos, a combinação de antecedentes e flagrante por drogas ilustra a necessidade de estratégias integradas, unindo forças policiais, serviços de saúde e assistência social para oferecer alternativas de ressocialização.

