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Pastor evangélico de 63 anos é preso preventivamente por crimes contra crianças, diz boletim de ocorrência

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Polícia Civil detém pastor evangélico de 63 anos por abuso de menores (Foto: Instagram)

Um pastor evangélico de 63 anos foi detido em flagrante e teve a prisão preventiva decretada pela Justiça, conforme aponta o boletim de ocorrência registrado pela polícia. Segundo o documento, as vítimas eram menores de idade quando os fatos ocorreram, o que motivou a adoção da medida cautelar pelo risco de reiteração e de possível interferência nas testemunhas durante o processo investigativo.

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O boletim de ocorrência descreve que o pastor evangélico atuava em uma comunidade religiosa local e mantinha contato próximo com as vítimas, usando da posição de autoridade para praticar os crimes. Ainda de acordo com o registro policial, as agressões teriam acontecido em diversos momentos dentro de dependências da igreja e eventualmente em deslocamentos a eventos religiosos. A investigação foi iniciada após denúncia anônima e coleta de depoimentos de familiares e testemunhas que confirmaram o padrão de comportamento abusivo.

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A prisão preventiva, prevista no Código de Processo Penal brasileiro, é uma medida cautelar destinada a garantir a ordem pública e a regularidade da instrução criminal. Ela pode ser fundamentada em risco de fuga, na possibilidade de ocultação de provas ou de nova prática de infrações penais graves, especialmente quando as vítimas são crianças. No caso do pastor evangélico de 63 anos, a autoridade judiciária considerou que o envolvimento com menores exigia cautela reforçada.

Casos de abuso sexual dentro de instituições religiosas têm ganhado maior atenção nos últimos anos, motivando a criação de protocolos de proteção infantil. Igrejas evangélicas, católicas e demais comunidades de fé vêm adotando treinamentos, linhas diretas de denúncia e acompanhamento psicológico para identificar e prevenir condutas impróprias de líderes e frequentadores. Historicamente, temas sensíveis como esse eram tratados de forma interna, sem o devido envolvimento das autoridades civis, o que contribuía para a subnotificação e impunidade.

O acusado aguarda audiência de custódia e poderá responder por crimes tipificados no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que prevê detenção de até oito anos para delitos dessa natureza, além de possíveis agravantes por se tratar de figura de confiança. Durante o processo, terá direito à ampla defesa, com atendimento de advogado e acesso a perícia técnica que avalie as circunstâncias dos fatos. Caso considerado culpado, o pastor evangélico poderá cumprir a pena em regime fechado, devido ao alto grau de reprovabilidade das condutas.

Organizações de proteção à infância recomendam que famílias, escolas e lideranças religiosas mantenham canais seguros de comunicação, orientando crianças e adolescentes a relatar comportamentos suspeitos imediatamente. A rede de apoio — formada por conselhos tutelares, Ministério Público e delegacias especializadas — desempenha papel fundamental na investigação e na oferta de medidas protetivas, garantindo amparo às vítimas e responsabilização dos agressores.

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