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Jeiziel de Oliveira Rosa e Ana Paula da Silva Barreto são suspeitos de movimentar R$ 28 milhões do CV

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Suspeitos do CV movimentaram R$ 28 milhões em esquema de lavagem de dinheiro (Foto: Instagram)

Jeiziel de Oliveira Rosa e Ana Paula da Silva Barreto, ambos com extensa ficha criminal, são apontados como operadores financeiros de um dos principais grupos de crime organizado do país, o Comando Vermelho (CV). Segundo as apurações, a dupla teria movimentado cerca de R$ 28 milhões em recursos que teriam origem em atividades ilícitas vinculadas à facção. As investigações buscam detalhar a forma de entrada e saída dos valores, além de mapear a estrutura de apoio utilizada para ocultar a procedência dos recursos.

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As autoridades suspeitam que Jeiziel de Oliveira Rosa e Ana Paula da Silva Barreto tenham utilizado contas bancárias de terceiros, empresas de fachada e transações eletrônicas complexas para desviar o dinheiro. Documentos apreendidos em diligências apontam movimentações atípicas de grande porte, com saques em espécie e transferências frequentes para localidades diferentes. A investigação inclui análise de extratos, quebras de sigilo bancário e depoimentos que ajudam a traçar o caminho do montante dentro de esquemas de lavagem de capitais.

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O Comando Vermelho, abreviado como CV, é uma das facções criminosas mais antigas do Brasil, originada em presídios do Rio de Janeiro no final dos anos 1970. Ao longo de décadas, o grupo consolidou atuação em diversas regiões, envolvendo-se no tráfico de drogas, extorsão e assaltos. A necessidade de canalizar lucros de operações ilícitas levou ao desenvolvimento de sofisticados esquemas financeiros, que incluem lavagem de dinheiro, uso de “laranjas” e empresas de fachada. Esse contexto histórico explica a persistência de redes de apoio que dificultam o rastreamento de recursos.

A expressão “extensa ficha criminal” associada a Jeiziel de Oliveira Rosa e a Ana Paula da Silva Barreto indica múltiplas passagens pela Justiça, com registros que podem incluir crimes de tráfico, associação ao tráfico, porte ilegal de armas e lavagem de dinheiro. Cada condenação ou indício anterior reforça o entendimento de que os investigados já dominavam os mecanismos de ocultação de patrimônio. No Brasil, indivíduos com histórico de envolvimento em organizações criminosas enfrentam penas mais rigorosas e regimes de cumprimento de pena mais restritivos, conforme prevê a legislação vigente.

Casos como o de Jeiziel de Oliveira Rosa e Ana Paula da Silva Barreto colocam em evidência o desafio das autoridades em combater o financiamento de facções criminosas. A movimentação de valores na ordem de dezenas de milhões de reais demonstra o grau de organização financeira desses grupos. Para especialistas em segurança pública, a chave para desarticular essas redes passa pelo aprimoramento da cooperação entre órgãos de investigação, melhoria nos mecanismos de monitoramento financeiro e fortalecimento de políticas de prevenção à lavagem de dinheiro.

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