
A postura que trava o prazer: desconforto e rejeição entre casais (Foto: Instagram)
As posições sexuais envolvem gostos e preferências individuais, mas, por mais variadas que sejam as escolhas, há uma delas que costuma desagradar consistentemente a ambos os sexos. Apesar da infinidade de variações possíveis, essa postura específica enfrenta rejeição generalizada, seja por limitações de conforto, falta de intimidade ou tensão muscular excessiva.
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Em linhas gerais, as posições sexuais podem ser agrupadas em categorias que variam conforme o grau de contato corporal, o ângulo da penetração e o nível de empenho físico exigido. Contudo, quando se trata da postura que provoca maior desconforto, muitos casais relatam dificuldade de manter a conexão afetiva necessária para uma experiência prazerosa. Fatores como alinhamento corporal, sustentação muscular e tempo de manutenção de cada movimento influenciam diretamente no índice de aceitação do par.
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Do ponto de vista anatômico, a posição rejeitada mais comumente exige flexibilidade acima da média e coloca pressão em articulações sensíveis, como joelhos e quadris. Essa tensão tende a gerar cãibras e desconforto prolongado, o que compromete a espontaneidade do ato e pode resultar em sensações indesejadas, como formigamento ou dificuldades respiratórias leves. Além disso, a falta de uma angulação favorável faz com que nem o parceiro nem a parceira consigam aproveitar plenamente os estímulos sensoriais.
Sob o aspecto psicológico, a posição criticada por homens e mulheres frequentemente impede o contato visual e a expressão de afeto, dois elementos cruciais para muitas pessoas no momento íntimo. A ausência desses laços contribui para que o encontro se torne mecânico, diminuindo a percepção de prazer e aumentando a sensação de desconforto emocional. A comunicação entre o casal, portanto, é essencial para identificar preferências e descartar posturas que gerem insegurança ou tensão excessiva.
Historicamente, o repertório de posições sexuais evoluiu ao longo de séculos, com registros que apontam diferentes cultos e técnicas em antigas civilizações. No entanto, a postura em questão — considerada por especialistas em sexualidade humana como a mais impopular — permanece alvo de críticas em diversos estudos informais. A adaptação de costumes e a influência cultural podem determinar quais variações são aceitas em cada sociedade, mas o consenso atual destaca que certas posturas ultrapassam os limites de conforto corporal padrão.
Para evitar experiências negativas, é recomendável que casais interessados em inovar conversem abertamente sobre restrições físicas e emocionais antes de testar novas posições. Explorar alternativas mais ergonômicas, optar por superfícies acolchoadas e manter um ritmo adequado são estratégias que ajudam a preservar o bem-estar de ambos. Afinal, a busca pelo prazer deve sempre levar em conta o respeito mútuo e a sintonia entre as preferências individuais.

