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Sergio Camargo é tema da exposição É Pau, É Pedra… no Teatro Nacional

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Esculturas de Sergio Camargo na mostra É Pau, É Pedra…, no Teatro Nacional (Foto: Instagram)

Sergio Camargo começou sua carreira produzindo obras mais figurativas e, agora, é o destaque da mostra É Pau, É Pedra… no Teatro Nacional. A exposição reúne trabalhos que revelam as etapas iniciais em que o artista explorava formas reconhecíveis, trazendo ao público uma perspectiva ampla de seu processo criativo.

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Neste panorama, É Pau, É Pedra… apresenta ao público peças que remontam ao período em que Sergio Camargo transitava entre pintura e escultura, mesclando enquadramentos realistas com experimentações nas superfícies. As obras figurativas que deram início ao seu percurso aparecem lado a lado com trabalhos em que a matéria-prima – madeira, pedra e outros elementos naturais – se sobressai em relevos tridimensionais. A curadoria valorizou essa articulação entre conteúdo e suporte, permitindo que o espectador acompanhe, de forma cronológica, as transformações do estilo de Camargo.

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No início de sua trajetória, Sergio Camargo destacou-se pela representação fiel de figuras humanas e cenas cotidianas. A vertente figurativa, presente nos primeiros anos de produção, permitiu ao artista desenvolver habilidades técnicas como modelagem, proporção e perspectiva. Essa fase serviu de base para que Camargo adotasse depois uma abordagem mais conceitual, em que a forma ganhou autonomia e passou a dialogar diretamente com o espaço expositivo.

Com o passar do tempo, Sergio Camargo incorporou materiais não convencionais em suas criações, ampliando o alcance de sua linguagem plástica. A transição do figurativismo para composições mais abstratas e minimalistas sinalizou um momento de experimentação, característico de diversos movimentos artísticos do século XX no Brasil. Na mostra É Pau, É Pedra…, esse processo de transição fica evidente, permitindo ao visitante observar como o gesto inicial, voltado à imitação do real, deu lugar a recortes geométricos, superfícies monocrômicas e relevos em alto e baixo plano.

O Teatro Nacional, sediado em um dos principais centros culturais da cidade, recebe a exposição em sua galeria principal, reforçando seu compromisso com a promoção das artes visuais. O espaço, dotado de iluminação direcionada e pé-direito generoso, oferece condições ideais para apreciar as nuances de cor, sombra e textura presentes nas esculturas e relevos de Sergio Camargo. Além dos trabalhos em exibição, o local promove atividades paralelas, como visitas mediadas e conversas com especialistas em arte moderna e contemporânea.

Aberta ao público por tempo limitado, É Pau, É Pedra… convida os visitantes a redescobrir a obra de Sergio Camargo a partir de uma leitura que conecta passado e presente. A mostra evidencia a importância de acompanhar de perto a evolução de um artista que soube reconstruir seu vocabulário plástico ao longo das décadas, consolidando-se como referência no cenário das artes visuais brasileiras.

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