
Tarcísio de Freitas participa de oração em encontro com líderes evangélicos (Foto: Instagram)
O Partido Liberal (PL) reivindica oficialmente a indicação do nome de vice-governador em meio às negociações que envolvem uma candidatura evangélica ao Senado, sustentada pelo apoio de Tarcísio de Freitas. A sigla argumenta que a participação no segundo posto do governo estadual reforça o compromisso com as bases religiosas e amplia a representatividade política de lideranças evangélicas. Na visão do PL, o apoio do ex-ministro à estratégia electoral torna esse pleito ainda mais legítimo e viável para fechar alianças.
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Em paralelo às costuras partidárias, dirigentes e caciques regionais vêm articulando nomes que possam conciliar o perfil religioso exigido pela bancada evangélica com a experiência em gestão pública. O PL tem se movimentado junto a pastores e instituições de fé para aferir quais perfis melhor atendem às expectativas desse eleitorado. A interlocução com lideranças religiosas também inclui debates sobre pautas sociais, valores éticos e projetos legislativos que dialoguem diretamente com o público evangélico.
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O movimento de capitalização do voto evangélico para o Senado tem se intensificado nos últimos ciclos eleitorais, quando bancadas religiosas ganharam força no Congresso Nacional. A escolha de um candidato que represente esse segmento exige sensibilidade para as pautas de liberdade religiosa, defesa da família e políticas de assistência social inspiradas em princípios evangélicos. Para o PL, a composição de chapa com um vice selecionado a partir desses critérios amplia a atração do eleitorado, potencializando votos e garantindo coerência programática.
Tarcísio de Freitas, figura central nesse processo, atua como articulador das principais siglas alinhadas ao atual governo estadual. Conhecido por sua atuação como ex-ministro de Infraestrutura, Tarcísio de Freitas tem construído pontes entre diferentes grupos políticos e religiosos, servindo de referência para coordenação das estratégias eleitorais. Seu aval à postulação evangélica ao Senado reforça a expectativa de unidade em torno de uma chapa competitiva nas urnas.
O cargo de vice-governador no âmbito estadual apresenta relevância estratégica, pois assume funções de representação institucional, coordenação de programas sociais e eventual substituição do titular em caso de impedimento. Na visão de especialistas em administração pública, a escolha de um vice com afinidade religiosa e com capacidade de gestão pode elevar a governabilidade e fomentar parceria com setores da sociedade civil vinculados a instituições religiosas.
As negociações internas no PL devem avançar até o fechamento das convenções partidárias, previsto para ocorrer nos próximos meses. Até lá, a sigla buscará consolidar acordos com lideranças evangélicas, assegurar o espaço de vice-governador e fortalecer a candidatura ao Senado com o respaldo de Tarcísio de Freitas. O desfecho desse processo definirá, em grande medida, a configuração da chapa que disputará a representação do segmento evangélico no Congresso Nacional.

