
Moradora observa grupo de cães de grande porte soltos em frente a edifício no DF (Foto: Instagram)
No entorno de um prédio residencial no DF, cinco cães de grande porte vivem soltos e já apresentaram comportamento agressivo contra pedestres. Ao menos 7 ataques foram registrados, segundo relatos de moradores que passam diariamente pelo local e, preocupados com a segurança, cobram providências. Apesar da circulação intensa de pessoas, os animais não têm supervisão, o que eleva os riscos de novos incidentes e deixa vizinhos apreensivos com possibilidade de ferimentos mais graves.
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Os registros das agressões aconteceram em diferentes horários, incluindo manhãs e fins de tarde, quando há maior movimento de residentes e visitantes na região. Testemunhas contam que as vítimas foram surpreendidas pelos cães enquanto caminhavam pela calçada ou transitavam de bicicleta. Até o momento, não há informações oficiais sobre transferência de pacientes, mas a comunidade afirma que várias pessoas buscaram atendimento médico por conta de mordidas e escoriações.
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O caso alerta para a questão dos animais soltos em áreas urbanas, um desafio enfrentado em diversas cidades brasileiras. Quando cães de grande porte circulam sem tutela, aumentam as probabilidades de conflitos com moradores e transeuntes. Organizações de proteção animal ressaltam a importância do controle populacional por meio de campanhas de castração e adoção responsável, medidas que podem reduzir o número de animais abandonados nas ruas e minimizar ocorrências de agressões.
No Distrito Federal, a legislação prevê sanções para proprietários que permitam a soltura de animais perigosos em locais públicos. Conforme o Código de Polícia Administrativa do DF, o tutor pode ser multado ou até mesmo responder por danos materiais e morais caso haja lesões em terceiros. Ainda assim, a fiscalização encontra dificuldades de patrulhamento, e munícipes sugerem reforço nas ações de inspeção por parte de órgãos ambientais e de saúde.
Além das medidas legais, especialistas em comportamento animal recomendam que moradores adotem estratégias de prevenção, como evitar ruas conhecidas pela presença desses cães e não se aproximar dos grupos. Em caso de ataque, orienta-se manter a calma, não fazer movimentos bruscos e buscar imediatamente auxílio de profissionais de saúde para avaliação de possíveis ferimentos e vacinação antirrábica. Também é indicado registrar boletim de ocorrência para documentar cada incidente.
Enquanto as autoridades analisam a situação, a comunidade local espera por uma solução que concilie o bem-estar dos animais com a segurança dos pedestres. A adoção de políticas públicas integradas, combinando educação, fiscalização e atendimento veterinário, surge como alternativa para conter episódios semelhantes no futuro, garantindo tranquilidade para quem vive ou frequenta as redondezas do prédio no DF.

