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Marcelo Marinho alerta para aumento de crises de enxaqueca durante o Carnaval

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Como driblar a enxaqueca durante a folia (Foto: Instagram)

O neurologista Marcelo Marinho destaca que a enxaqueca é um distúrbio de origem multifatorial, envolvendo predisposição genética, alterações no sistema nervoso central e fatores ambientais. Durante o Carnaval, a combinação de emoções à flor da pele, quebra de rotina e estímulos intensos pode tornar as crises ainda mais frequentes e debilitantes. Para o especialista, compreender esses gatilhos é fundamental para quem enfrenta dores de cabeça pulsáteis e associadas a sintomas como náusea e sensibilidade à luz.

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Entre as principais causas de piora das enxaquecas no período de folia estão a desidratação provocada pelo calor e pela ingestão de bebidas alcoólicas, o sono irregular decorrente de festas prolongadas e a alimentação desequilibrada. Além disso, a exposição a ruídos intensos em trios elétricos e blocos de rua, bem como luzes piscantes e aglomerações, contribui para sobrecarregar o organismo. Essas variáveis alteram a liberação de neurotransmissores e favorecem o disparo das crises.

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Popularmente conhecida como enxaqueca, essa condição afeta milhões de pessoas no mundo e se caracteriza por dores de cabeça recorrentes, geralmente pulsáteis e localizadas em um dos lados do crânio. Os episódios podem durar de horas a dias e vir acompanhados de náuseas, vômitos, fotofobia (sensibilidade à luz) e fonofobia (sensibilidade ao som). Diferentemente da cefaleia tensional, a enxaqueca costuma trazer piora progressiva dos sintomas e sensibilidade a movimentos e a estímulos ambientais.

No contexto do Carnaval, o calor intenso, o tempo prolongado exposto ao sol e a movimentação em blocos e trios elétricos elevam o risco de crise. A ingestão rápida de bebidas alcoólicas, principalmente destilados e cervejas geladas, aliada ao consumo irregular de alimentos, provoca picos de glicemia e desequilíbrios hídrico-eletrólitos. Adicionalmente, a iluminação forte e o barulho alto geram estresse sensorial que afeta a vasodilatação cerebral e intensifica a dor.

Marcelo Marinho orienta que quem convive com enxaqueca adote medidas preventivas para curtirem a festa sem abdicar da saúde: manter hidratação constante com água ou isotônicos, realizar pequenas refeições a cada três ou quatro horas e interromper a folia para períodos de repouso em locais tranquilos. O neurologista também recomenda registrar os fatores desencadeantes em um diário de dor de cabeça, para permitir ajustes personalizados na dieta e no estilo de vida.

Com planejamento adequado e acompanhamento médico, é possível reduzir a frequência e a intensidade das crises durante o Carnaval. A adoção de estratégias de proteção, como uso de protetor solar, roupas leves e pausa em ambientes silenciosos, contribui para manter o bem-estar. Assim, os foliões diagnosticados com enxaqueca conseguem aproveitar a festa com mais conforto e segurança, sem comprometer a qualidade de vida.

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