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Mestre Ciça vibra com homenagem da Viradouro na Marquês de Sapucaí

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Na noite desta terça-feira (17/2), na Marquês de Sapucaí, Mestre Ciça não conteve a emoção durante cerimônia em homenagem à sua trajetória no Carnaval. Ao conversar com o repórter Pahby, do portal LeoDias, o mestre de bateria destacou o caráter inesquecível do momento e disse: “Isso aí não tem preço, né? Como eu falei agora, estou vivendo um momento único da minha vida. Cada dia é uma emoção, cada hora é uma emoção. As pessoas, as mensagens, isso aí vai emocionando a gente.” O depoimento reforçou o carinho que a escola Unidos do Viradouro tem por sua principal referência rítmica.

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A homenagem prestada pela Viradouro marca um fato inédito: além de ser o tema do enredo de 2026, Mestre Ciça segue à frente da bateria conduzindo os ritmistas ao vivo durante o desfile. Essa combinação de história viva e presença ativa é rara nas escolas de samba cariocas. Enquanto os instrumentos ecoam pela avenida, a figura do homenageado inspira confiança e energia no grupo de componentes, que acompanha cada batida e cada condução de forma sincronizada, celebrando décadas de dedicação ao samba.

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Durante o desfile especial, o mestre Ciça celebrou também a presença de Juliana Paes como rainha de bateria. Ele lembrou que o convite foi feito pessoalmente e que a atriz aceitou imediatamente. “Estou muito grato a ela por ter aceito esse convite. Vamos ver”, disse, ressaltando o caráter único da participação de Juliana Paes, que retorna à escola no Carnaval de 2026 exclusivamente para esta homenagem. O papel de rainha de bateria é tradicionalmente reservado a personalidades que ajudam a valorizar a escola e interagir com o público.

Mestre Ciça, cujo nome artístico é Moacyr da Silva Pinto, é reconhecido como um dos mais respeitados mestres de bateria do Carnaval carioca. Com mais de 50 anos de trajetória na folia, ele construiu um legado musical e cultural de enorme importância. O mestre é responsável por inovações rítmicas que ficaram marcadas em desfiles desde a década de 1990 e consolidou seu estilo único ao conduzir agrupamentos percussivos de grandes proporções. Seu trabalho influenciou gerações de carnavalescos e percussionistas.

Ao longo de sua carreira, Moacyr da Silva Pinto passou por escolas como Estácio de Sá, Unidos do Viradouro, União da Ilha e Grande Rio. Cada uma dessas agremiações teve momentos de destaque sob sua batuta, graças à inventividade nos ritmos e aos ajustes precisos de bateria. O retorno de Mestre Ciça à Viradouro em 2019 marcou o recomeço de uma parceria histórica, que agora é celebrada com o enredo temático da escola em 2026. A Unidos do Viradouro faz referência ao legado de seu diretor musical e mantém viva a tradição do samba.

O Carnaval do Rio de Janeiro, realizado anualmente na Marquês de Sapucaí, ganha ainda mais emoção quando destaca personalidades que contribuíram para a evolução do samba. Ao celebrar a vida e carreira de Mestre Ciça no desfile da Viradouro, a comunidade carnavalesca reforça a importância da memória cultural e da inovação ritmada. A homenagem serve de inspiração para novos talentos e tem potencial para marcar esta edição como uma das mais sentimentais dos últimos anos.

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