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Lucélia (Daphne Bozaski) confessa ter matado os pais e choca Bagdá (Xamá) em “Três Graças”

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Em um dos momentos mais chocantes da novela “Três Graças”, Lucélia (Daphne Bozaski) revela ao chefe do tráfico Bagdá (Xamá) ter sido responsável pela morte dos próprios pais. A cena, marcada por tensão e frieza, expõe um lado ainda mais perverso da personagem, que até então já era apontada como manipuladora e ambiciosa. A confissão mergulha não apenas na psicologia conturbada de Lucélia, mas também abre espaço para questionamentos sobre limites éticos em histórias do submundo do crime.

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A sequência se passa no quartel-general de Bagdá, onde ambos dividem uma banheira durante uma conversa decisiva. Lucélia, serena e calculista, argumenta que fez “a vontade dos pais” ao encurtar o sofrimento deles: “Eu também fiz a vontade dos meus pais. Eles viviam com saudade dos meus avós, então… Dei um jeito, e ajudei os dois a se encontrarem com eles”. Esse momento insere um elemento de horror no enredo, pois poucas vezes protagonistas de novelas confessam crimes tão cruéis com tanta naturalidade.

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Bagdá (Xamá) demora a assimilar a revelação e reage incrédulo: “Isso que você falou… Você tá dizendo que matou os seus pais!?”. Para ele, matar inimigos faz parte do código do crime, mas atentados contra familiares são impensáveis: “A gente mata inimigo, mas pai e mãe nunca. Pai e mãe é sagrado!”. Esse contraste ressalta a linha moral que ainda separa o traficante do submundo, deixando clara a gravidade do ato de Lucélia.

Lucélia não exibe traços de remorso. Ela minimiza o crime, afirmando que os pais estavam “doentes” e que “não iam durar muito, de qualquer jeito… Só dei um empurrãozinho”. A fala demonstra o grau de frieza da personagem interpretada por Daphne Bozaski e sinaliza sua disposição em eliminar qualquer obstáculo para alcançar seus objetivos.

A trama se aprofunda quando Lucélia admite que o ato também foi motivado por ganância: “Aí vim aqui colar com meus tios sentados na grana, pra ver se bico uma parte deles”. Ao descobrir o real interesse financeiro de Lucélia, Bagdá a acusa de ser “muito pior”: “Matou os pais e agora tá querendo ir atrás da herança dos tios!”. Esse desvelar de ambição e crueldade redefine a relação entre os dois e isola ainda mais Lucélia no submundo que ela mesma ajudou a fortalecer.

O rompimento entre os personagens ocorre imediatamente após a revelação. Bagdá, abismado, ordena que Lucélia se afaste: “Quer saber? Cai fora, se manda mesmo daqui… Cê é mó chave de cadeia. Matou os próprios pais! Isso eu não admito”. Em resposta, Lucélia ironiza o choque de Bagdá: “Nossa, devo ser muito ruim mesmo, pro chefe do tráfico ficar assim com noia de andar comigo”. A troca de farpas sela a contradição fundamental entre a violência crua e o que cada um considera aceitável no crime organizado.

Essa virada na narrativa de “Três Graças” marca um ponto de não retorno para Lucélia (Daphne Bozaski). Até então vista como manipuladora, ela se revela sem qualquer limite moral — nem mesmo em relação aos pais. O embate com Bagdá (Xamá) escancara uma linha ética que persiste mesmo em personagens violentos, e levanta a questão central da trama: quando a ambição e a sede de poder ultrapassam todos os freios, a punição não é “se” virá, mas “quando”.

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