
Pedestres se protegem da chuva durante frente fria no Sul e Sudeste (Foto: Instagram)
Uma massa de ar frio associada a uma frente fria chega ao Brasil e traz queda nos termômetros, além do risco de precipitações fortes. Espera-se que o sistema avance principalmente pelas regiões Sul e Sudeste, onde as temperaturas podem registrar mínimas abaixo da média para a época do ano. Em várias cidades, a combinação de ar frio e instabilidade atmosférica deve aumentar a sensação térmica de frio e provocar condições favoráveis à formação de nuvens carregadas.
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De acordo com previsões meteorológicas, os acumulados de chuva podem atingir até 200 mm em áreas restritas do Sul e parte do Sudeste. Esses volumes concentrados de precipitação aumentam o risco de alagamentos, deslizamentos de terra e transtornos no tráfego urbano. Órgãos de defesa civil e institutos de meteorologia recomendam atenção redobrada a desocupações de áreas de risco e monitoramento de rios e córregos.
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Frentes frias são sistemas meteorológicos formados pelo avanço de massas de ar polar em direção a regiões de latitudes médias, deslocando o ar quente e úmido para cima. No Brasil, esses fenômenos são comuns no outono e inverno, quando a circulação atmosférica favorece a incursão de ar frio vindo do Oceano Atlântico Sul e da Antártica. O deslocamento da frente fria costuma gerar nebulosidade densa e chuvas moderadas a fortes ao longo de seu trajeto.
Ao alcançar o Sul do país, a frente fria provoca intenso resfriamento, com geadas em áreas de serra e potencial de eventos de neve nos pontos mais altos. No Sudeste, o fenômeno tende a reduzir as máximas diárias e intensificar a instabilidade, sobretudo em estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. A redução da temperatura pode ser de até 8 ºC em apenas 24 horas, dependendo da intensidade da massa de ar polar.
Históricas frentes frias no Sul e Sudeste já causaram acúmulos excepcionais de chuva e acumulados de neve na Serra do Mar. Apesar de menos frequentes na porção sudeste, eventos de chuva forte e frio extremo demandam atenção de gestores públicos, que devem acionar equipes de emergência e manter planos de contingência atualizados. A população é orientada a evitar deslocamentos desnecessários durante os horários de maior intensidade das chuvas e a buscar informações nos canais oficiais de órgãos meteorológicos.
Para se proteger dos efeitos do frio, especialistas recomendam o uso de roupas adequadas em camadas, alimentação balanceada com alimentos quentes e hidratação regular. Nos locais com chuvas muito intensas, é essencial escoar a água de calhas e telhados, manter a limpeza de bocas de lobo e não estacionar veículos em pontos sujeitos a alagamentos. Assim, diminui-se o risco de acidentes e danos ao patrimônio, enquanto o sistema frontal estiver ativo sobre o Sul e parte do Sudeste.


