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Carlos Portinho rebate fala de Lula sobre “não pensar” nas críticas dos evangélicos

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Carlos Portinho cobra atenção do governo aos evangélicos após declaração de Lula (Foto: Instagram)

Carlos Portinho, líder do PL no Senado e aliado de Bolsonaro, manifestou nesta quinta-feira sua insatisfação com a declaração de Lula sobre “não pensar” nas críticas dos evangélicos. Em tom de cobrança, o senador fluminense afirmou que os cristãos evangélicos representam parcela significativa do eleitorado e merecem atenção das autoridades. Carlos Portinho ressaltou que o movimento evangélico possui relevância social e política e não pode ser ignorado pelos principais integrantes do governo federal.

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Em sua nota, Carlos Portinho contestou diretamente as palavras de Lula, destacando que comentários dessa natureza geram desalento entre fiéis que acompanharam com expectativa o discurso de inclusão do presidente. Segundo o líder do PL no Senado, “não pensar” na percepção de qualquer segmento social demonstra falta de sensibilidade de quem ocupa o cargo máximo da República. Carlos Portinho reforçou ainda que o diálogo com os evangélicos deve ser constante e pautado pela transparência, algo que, na visão do parlamentar, foi deixado de lado pelo presidente Lula.

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O Partido Liberal (PL) ganhou força nos últimos anos ao consolidar base parlamentar e expandir sua atuação em diversas esferas do poder federal. Como líder da legenda no Senado, Carlos Portinho exerce papel de articulação entre o Planalto e a Casa Legislativa, coordenando projetos que envolvem pauta econômica, social e, sobretudo, demandas regionais do estado do Rio de Janeiro. Desde a campanha eleitoral, esse segmento político estreitou laços com setores evangélicos, considerados influentes na mobilização de campanhas e na formação de opinião.

A presença do voto evangélico no cenário político brasileiro vem crescendo de forma sistemática desde as últimas décadas, alcançando hoje patamares acima de 30% do eleitorado. Esse grupo entende que valores tradicionais, pautas familiares e liberdade religiosa são temas prioritários na agenda pública. Em discursos, lideranças como Carlos Portinho enfatizam que o respeito a esses valores deve se refletir em políticas públicas que contemplem a educação, o atendimento social e o reconhecimento dos templos como espaços históricos de convivência.

A declaração de Lula sobre não dar atenção a críticas de evangélicos dialoga com a postura de quem defende autonomia para decisões de governo, mas, ao mesmo tempo, provoca mal-estar em segmentos que esperam contrapartida após apoiarem, em peso, sua eleição. O debate também traz à tona a forma como diferentes vertentes religiosas se posicionam em relação a temas como economia, direitos sociais e liberdade de expressão. Em meio a essa discussão, Carlos Portinho reafirma seu compromisso de manter canais de comunicação abertos, argumentando que o Senado tem responsabilidades concretas quanto ao atendimento das demandas religiosas e sociais dos brasileiros.

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