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Temporais deixam ao menos 22 mortos e dezenas de desaparecidos em cidades mineiras

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Coordenador estadual de Defesa Civil avalia resposta emergencial após temporais em Minas Gerais (Foto: Instagram)

Temporais deixaram ao menos 22 mortos e dezenas de desaparecidos em cidades mineiras nesta terça-feira (24/2). A chuva intensa provocou alagamentos em ruas e avenidas, arrastou veículos e causou deslizamentos de terra em áreas rurais e urbanas do estado. As autoridades locais trabalham para contabilizar todos os afetados, mas o número de desaparecidos ainda é incerto devido às fortes correntezas que dificultam o acesso a regiões isoladas e montanhosas.

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Equipes de resgate enfrentam desafios para chegar aos locais mais prejudicados, onde moradores relatam ter sido surpreendidos pelas águas. Muitas famílias abandonaram suas casas em busca de áreas mais altas, carregando apenas o básico. Pontes e trechos de rodovias ficaram interditados, isolando comunidades e atrasando o apoio emergencial. A falta de energia elétrica em diversos municípios complica a comunicação, e equipes de socorro dependem de geradores para manter equipamentos de resgate em funcionamento.

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O fenômeno meteorológico que gerou os temporais está associado à combinação de ar quente e úmido proveniente da costa atlântica e um sistema de baixa pressão que se convergiu sobre Minas Gerais. Entre dezembro e março, a região costuma registrar o pico de precipitação no año, ferindo pontos de vulnerabilidade em encostas e margens de rios. A quantidade de chuva em poucas horas excedeu a média histórica para o período, o que intensificou o risco de inundações repentinas e deslizamentos.

A Defesa Civil estadual mobilizou centenas de agentes para operações de busca e salvamento, complementadas por voluntários e por órgãos municipais de emergência. Hospitais de referência nas principais cidades elevaram para alerta máximo o atendimento a vítimas de trauma e hipotermia. Abrigos provisórios foram instalados em ginásios e escolas, onde as famílias atingidas recebem colchões, mantas térmicas, água potável e alimentos não perecíveis. Equipamentos de perfuração de poços artesianos foram acionados para restabelecer o abastecimento em comunidades sem rede de distribuição.

Este não é o primeiro episódio de grandes tempestades em Minas Gerais nesta época do ano. Eventos semelhantes ocorreram em anos recentes, pressionando a infraestrutura local e colocando em evidência a necessidade de investimentos em sistemas de drenagem e contenção de encostas. O relevo acidentado do estado, combinado com ocupação irregular de áreas de risco, aumenta a vulnerabilidade de bairros periféricos e vilarejos.

Especialistas em gestão de riscos recomendam medidas preventivas como monitoramento constante de barragens, reforço de galerias pluviais e campanhas de alerta para a população. Investimentos em tecnologia de previsão de cheias, além de programas de educação ambiental, podem reduzir impacto social e econômico de desastres naturais. Apesar da gravidade da situação, a articulação rápida entre órgãos de segurança e a solidariedade das comunidades têm evitado perdas ainda maiores.

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