
Tutor entra no setor de cães pequenos do Parque Ibirapuera com um pit-bull. (Foto: Instagram)
Um homem suspeito de descumprir as normas do espaço canino do Parque Ibirapuera ingressou com um pit-bull na seção destinada a animais de pequeno porte e, ao se deparar com um casal que também passeava com seu cão, acabou se envolvendo em uma discussão acalorada. A confusão ocorreu em uma área onde apenas cães de até 10 quilos deveriam estar, conforme estabelecido pela administração do local. Nesse tipo de incidente, as regras visam garantir a convivência segura entre animais de diferentes portes.
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O cachorródromo do Parque Ibirapuera conta com duas áreas bem definidas: uma para cães de porte pequeno e outra para os de maior porte, com objetivo de proteger cães menores de possíveis acidentes. Cada setor foi planejado para oferecer brinquedos, obstáculos e espaço livre para corrida, contemplando pisos adequados e marcações que orientam os tutores. A sinalização informativa destaca o peso máximo permitido e alerta para a necessidade de coleiras e guias em ambientes de circulação mais ampla.
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De acordo com o regulamento do Parque Ibirapuera, todo tutor deve observar o porte do animal antes de acessar a área específica. Essa medida evita choques de comportamento entre animais muito grandes e mais frágeis, reduzindo riscos de ferimentos. Quando o responsável pelo pit-bull ingressou na zona restrita a cães menores, violou diretamente as normas internas, o que gerou a reação do casal atingido pela presença inesperada do animal.
O pit-bull é uma designação comum para um grupo de raças que inclui o American Pit Bull Terrier e o Staffordshire Bull Terrier, entre outros. Apesar do porte mediano e musculoso, esses cães podem ter temperamentos distintos, dependendo do adestramento e socialização prévia. Em áreas de lazer canino, a presença de um pit-bull fora de seu espaço permitido pode intimidar cães menores, levando a confrontos ou riscos de acidentes, independentemente da índole do animal.
A administração do Parque Ibirapuera reforça que a responsabilidade pelo comportamento do animal é exclusiva do tutor, que deve manter o controle por meio de coleiras e observar limites de peso e altura. Em caso de descumprimento das regras, os frequentadores podem ser advertidos ou até expulsos do local, sendo possível também notificar órgãos fiscalizadores municipais. Desde a inauguração do cachorródromo, a Prefeitura de São Paulo estabelece essas regras para promover interação segura e harmoniosa entre todos os cães e seus tutores.
Incidentes como esse destacam a importância da sinalização e da fiscalização constante em áreas públicas destinadas a pets. A separação por porte e a adoção de normas claras ajudam a prevenir acidentes e garantem que os tutores conheçam suas obrigações. No Parque Ibirapuera, a expectativa é que casos de desrespeito ao regimento interno sejam cada vez mais raros, à medida que os frequentadores se habituem às regras e ao cuidado mútuo com o bem-estar animal.


