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Procedimento com órgão de doadora falecida realizado em estudo clínico no Reino Unido resulta no nascimento de um bebê

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Primeiro nascimento de bebê saudável após transplante de útero de doadora falecida no Reino Unido (Foto: Instagram)

Em um marco inédito na medicina reprodutiva, um estudo clínico conduzido no Reino Unido utilizou um órgão proveniente de uma doadora falecida para realizar um transplante e, pela primeira vez nesse protocolo, levou ao nascimento de um bebê saudável. A equipe médica avaliou com rigor os parâmetros de compatibilidade e os riscos envolvidos antes de autorizar a cirurgia, que foi realizada em ambiente hospitalar de alta complexidade. O sucesso desse procedimento abre caminho para novas alternativas no tratamento de mulheres com infertilidade de fator uterino.

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No protocolo experimental, as candidatas foram submetidas a exames detalhados de imagem, análises imunológicas e avaliações psicológicas para garantir que estivessem aptas ao transplante. O órgão, preservado em solução estéril e transportado em curto espaço de tempo, passou por cirurgia de implante guiada por vídeo e monitoramento intensivo nas primeiras semanas. Posteriormente, a equipe iniciou a terapia imunossupressora para evitar rejeição, seguindo um esquema adaptado a partir de protocolos de transplantes renais. A paciente gestante recebeu suporte obstétrico especializado até a confirmação do estado de saúde fetal.

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Historicamente, os primeiros transplantes de útero ocorreram com doadoras vivas, mas enfrentavam restrições éticas e limitações na disponibilidade de voluntárias. Em 2014, o primeiro nascimento com útero transplantado vivo foi registrado, mas o uso de órgãos de doadoras falecidas vinha sendo estudado para ampliar o número de receptores possíveis. O estudo no Reino Unido surge nesse contexto, demonstrando que, com protocolos adequados de preservação e monitoramento, é viável empregar úteros de pessoas que já faleceram, sem comprometer a viabilidade do órgão ou a segurança materno-fetal.

Os desafios técnicos envolvem a reanastomose de veias e artérias uterinas, a restauração da vascularização completa e o controle da rejeição crônica. Além disso, a equipe precisou ajustar doses de imunossupressores para minimizar efeitos adversos, como infecções e toxicidade, sem comprometer o desenvolvimento do bebê. A gestação transcorreu dentro do esperado, com exames de ultrassom regulares apontando crescimento adequado e ausência de complicações como pré-eclâmpsia ou restrição de crescimento intrauterino.

Os resultados desse ensaio clínico têm potencial de transformar o atendimento a mulheres com ausência congênita ou perda do útero. A perspectiva é de que, em médio prazo, protocolos semelhantes sejam adotados em outros centros especializados, com diretrizes mais claras para seleção de candidatas e manejo pós-operatório. A pesquisa reforça a importância de ampliar estudos sobre transplantes de órgãos não essenciais à vida, mas fundamentais para a qualidade de vida e realização pessoal de muitas pacientes.

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